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Vacina contra H1N1 pode gerar falso positivo em teste de HIV…

25/05/2010

O Departamento de Doenças Sexualmente Transmitíveis, AIDS e Hepatites Virais do Ministério da Saúde liberou uma nota técnica sobre a possibilidade de resultados falso-positivos em testes imunoenzimáticos (ELISA) para HIV entre pessoas que receberam a vacina contra o vírus da gripe suína.

Conforme o departamento, “devido à forma acelerada de produção industrial da vacina contra o vírus H1N1, não há no momento dados disponíveis sobre todos os efeitos colaterais, porém foi observado que pessoas que tomaram a vacina, ao fazer o teste de HIV-1 apresentaram falsos positivo, ou seja, os resultados indicaram que o vírus da aids está presente, quando, na verdade, não está”.

De acordo com o Ministério da Saúde, isso ocorre porque, ao tomar a vacina, o corpo começa a produzir anticorpos Imunoglobina M (IgM), primeira defesa do organismo contra infecções. Nesse processo, a presença de anticorpos dirigidos a outros agentes infecciosos que podem ser similares ao HIV, produziriam resultados falso positivo nos exames. Eu achei em algumas publicacoes associacao entre o IgM e o esqualeno. Me corrijam se eu estiver errado, mas me parece que o IgM é um anti-corpo anti-esqualeno. Mais um benefício do esqualeno, minha gente!!!
Segundo a orientação do departamento de DSTs, em caso de teste positivo, é recomendada a realização de uma verificação o resultado. O segundo exame não deve ser reagente em caso de reação cruzada com anticorpos produzidos em resposta à vacina contra o vírus da gripe suína. Ainda assim, o resultado negativo nestes testes não descarta a infecção pelo HIV, já que o paciente pode estar no estado de soro conversão, ou outra enfermidade que interfira nos resultados.

O Ministério da Saúde recomendou que os profissionais responsáveis pelo diagnóstico do HIV-1 devem informar aos pacientes que receberam a vacina da gripe suína sobre a possibilidade de resultado falso positivo nos testes. Caso necessário, também devem convocar os pacientes para a realização de nova coleta após 30 dias, até que o diagnóstico seja definitivo.
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Update:

Na matéria da globo é detalhado que o falso resultado positivo pode ocorrer até 112 dias após tomar a vacina, ou seja, 4 meses. O mais incrível é que este “probleminha” já havia sido detectado pela Anvisa em março, mas apenas agora, no fim da campanha, é que resolveram divulgar a informação. No vídeo da globo diz que o prazo é de 30 dias, mas na matéria escrita é de 4 meses. Nem conseguem entrar em acordo neste período.

Segunda a técnica Lilian Inocêncio, “não há motivo para pânico. Ninguém precisa se preocupar porque nenhum paciente vai receber o resultado positivo sem que seja feita a contraprova”, afirmou Lilian. De acordo com ela, “nenhum paciente é informado de que tem o vírus HIV sem que seja feita antes a contraprova.”

Normalmente a pessoa quando tem positivo é chamada para fazer outro exame, de forma que no meu ver não muda nada. Vão chamar o camarada para fazer um outro exame, o que deixaria qualquer indivíduo completamente desesperado. Imaginem a quantidade de pessoas com exames falso positivos já desde março? Quantas pessoas não tiveram suas vidas arruinadas por causa de um falso positivo deste? Não há motivo para panico? Porque não deram esta informação antes então?

E claro que não foi divulgado para não atrapalhar a campanha de vacinação. Se as pessoas já tinham dúvidas em tomar a vacina, imaginem sabendo que ela teria ainda mais este efeito?

Achei interessante esta declaracão do chefe do Laboratório de Imunologia Clínica e Alergia da USP:

“No limite, o que acontece com a produção industrial em ritmo acelerado da vacina contra a nova gripe é que, se a quantidade de adjuvantes, os componentes que potencializam a ação da vacina, estiver um pouco acima, pode fazer a resposta imunológica ter uma reatividade cruzada: acabar dando positivo para várias outras coisas.”
E que tal os efeitos nocivos de uma maior quantidade de esqualeno?

Vejamos no site da GSK, uma das produtoras da vacina, na seção de interações da vacina Pamdemrix, a vacina contra H1N1 da GSK:
http://health.gsk.com/hcp/H1N1Vaccine/safety.htm

“Após a vacinação contra a gripe, podem ser obtidos falso positivos nos testes de sorologia pelo método ELISA para o anticorpo do vírus da imunodeficiência humana-1 (HIV-1), vírus da hepatite C e, especialmente, HTLV-1. Nesses casos, o método de Western Blot é negativo. Estes resultados falso-positivos transitórios podem ser devidos à produção de IgM em resposta à vacina.”

Esta informação estava disponível desde outubro de 2009. Isto pode ser checado pesquisando pelo texto em inglês, e o resultado mais antigo é de 29/out/2009. Mas claro, não havia interesse em divulgar esta informação.

Update 2: Um dos testes que a vacina contra o H1N1 pode causar falso positivo é para o HTLV-I. O HTLV-I, ou Human T lymphotropic virus type 1, é um vírus e pode causar leucemia, além de mieolopatia

Fontes:
Vacina contra H1N1 pode gerar falso positivo em teste de HIV

G1 Globo: Vacina contra H1N1 pode dar falso positivo para HIV, diz Anvisa

NOTA TÉCNICA N° 128/2010 ULAB/D-DST-AIDS-HV/SVS/MS

Fonte :

http://jbonline.terra.com.br/pextra/2010/05/21/e210516094.asp

Fonte:

http://www.anovaordemmundial.com/2010/05/terra-vacina-contra-h1n1-pode-gerar.html

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Mais uma criança vítima da 2a dose da vacina H1N1…

18/05/2010

Mais uma morte ocorrida após a vacinação que provavelmente passará em branco como todas as outras.

A criança de 1 ano e 10 meses, Francisco Jailson, do município de Raposa, no Maranhão, após tomar a segunda dose da vacina H1N1, passou a ter febre alta, vômitos e falta de apetite. Ele chegou a ser internado na maternidade local e também no Hospital da Criança, em São Luis, e morreu na tarde de domingo. No IML deram como motivo da morte “causa desconhecida”.

Pode-se ver estampado no rosto da coordenadora de vacinação, Jaqueline Rios, o nervosismo ao tentar defender a segurança da vacina. Ela diz ter ido ao município “colher dados para o caso”. Eu diria que ela foi ao município para abafar o caso e se certificar de que nenhum médico ou legista iria dar como causa da morte a vacina H1N1.

Ela ainda tenta dizer que até agora nunca foi comprovado o óbito pela vacina. Mas claro, com toda esta máquina governamental para se certificar que os efeitos adversos resultantes em mortes , abortos e sequelas graves nunca terão ligação com a vacina. sempre poderão alegar que nunca existiu nenhum caso que prove que a vacina causou a morte. Nós já reportamos aqui que este não é o caso, que nos EUA, 66 mortes haviam sido reportadas até algumas semanas atrás.

O mais incrível foi que não consegui achar NENHUMA informação em nenhum jornal no Brasil. Se alguém encontrar, por favor, deixe um comentário.

A mãe diz não ter dúvidas que a morte do filho foi causada pela vacina, que foi só ele tomar a vacina que ele adoeceu.

Veja a reportagem do SBT no vídeo abaixo:

Fonte: anovaordemmundial.com
Fonte: sbt Maranhão
Fonte: http://www.anovaordemmundial.com/2010/04/ms-nenhum-efeito-adverso-veja-verdade.html

Bill Gates disse: “…se fizermos um trabalho realmente bom com as novas vacinas…”

11/05/2010

Fonte: http://www.olibertario.org/2010/03/reducao-populacao-vacinacao-bill-gates.html

Eugenia…

Fonte: Verdade oculta

H1n1…Jovem morre após tomar a vacina…

20/04/2010

Jovem morre após tomar a vacina…

06/05/10 -Quinta-feira
Grávida perde bebê após tomar vacina da gripe suína
Jovem gestante perde bebê após tomar vacina da gripe H1N1 em posto de saúde de Jaru. Núbia Presly Feitosa de 18 anos, estava gestante de oito meses, e tudo corria muito bem. Porém quando recebeu a dose da vacina contra o vírus da gripe suína, no dia 22 de março, aplicada no posto de saúde Osvaldo Cruz, a mesma a partir de então começou a passar muito mal. Sentindo contrações, calafrios, inchaço no braço, dores de cabeça, dormência e diversas outras reações. Ao procurar um médico, foi atendida pelo Dr.Carmelia, e este a informou que aqueles sintomas seriam reações normais da vacina.

Durante 12 dias Núbia sofreu com estes sintomas. E no dia 04 de abril, ao perceber que algo estaria errado resolveu procurar o Hospital São Camilo para realizar um ultra-som, onde foi constatado que o feto estaria correndo risco, pelo fato de que o liquido amniótico havia secado, sendo aconselhado a gestante que fosse rapidamente para uma unidade hospitalar da capital, já que seu caso inspirava cuidados.
Mas ao procurar o hospital municipal para providenciar sua transferência, Núbia entrou em trabalho de parto, dando a luz a Breno Eduardo de quase 3 kg, que viveu somente um minuto após o seu nascimento.

Muito embora as autoridades neguem veementemente a atribuição do aborto à aplicação da vacina, Núbia deixou bem claro que ao tomar a vacina no posto de saúde, não foi adotado pelos profissionais da área o critério recomendado pelo ministério da saúde. Que seria o seguinte: “A vacina aplicada em mulheres grávidas deve ser sem adjuvante (substância imuno-estimulante) que produz maior quantidade de anticorpos, o que poderia causar aborto”.

A redação deste site em contato com cerca de 10 mulheres que tomaram a vacina, 100% delas nos relataram que os profissionais de saúde não realizaram nenhum tipo de pergunta a elas, sobre possível gravidez, realizando aplicações indiscriminadamente.

Em contato com secretário de saúde do município Iram Cardoso, este nos informou desconhecer estas particularidades da vacina, dizendo que o município apenas realiza a aplicação da vacina enviada pelo Governo Federal. Relatando ainda que a pessoa mais indicada para dar esta resposta seria Magno Borges, que não foi localizado pela nossa equipe.
Núbia aguarda o resultado do exame de sangue coletado do bebê, que foi encaminhado a capital para análise que comprovará qual foi a causa da morte.

Uma recomendação importante é; certificar-se de perguntar no posto ou na clínica se ela é a imunização destinada especificamente às grávidas, por não conter adjuvantes, conforme a recomendação do governo brasileiro. Confira no site do MS (http://www.vacinacaoinfluenza.com.br/site/conteudo/gestantes.asp)

Confira mais algumas informações importantes:

http://brasil.babycenter.com/pregnancy/infeccoes/gripe-suina-vacina/

Confira alguns sites que relatam abortos após a vacinação da H1N1:

http://tilesexperts.com/wordpress/os-illuminati/casos-de-aborto-apos-vacina-de-gripe-suina-a-h1n1/

http://www.eric-jacob.com/malapedia/forum-aborto+apos+a+vacina+da+gripe+a-pt-H1N1-977-saude.php#977

Confira também relatos de 15 mulheres americanas que garantem terem abortado após serem vacinadas contra a gripe suína.

http://www.eric-jacob.com/malapedia/forum-vacina+h1n1+muitos+abortos+nos+estados+unidos-pt-H1N1-978-saude.php#978

Fonte:Jaru Online
http://www.jaruonline.com.br/noticiascapa/nubia.htm#Texto

ZeroHora: Jovem tem pernas paralisadas após receber a vacina contra a gripe suína no Rio Grande do Sul

Posted: 30 Apr 2010 05:38 AM PDT

Paciente está com os membros inferiores paralisados, mas o estado de saúde é estável

Uma jovem de 25 anos está internada no hospital Santa Casa de Rio Grande, no sul do Estado. A suspeita que está sendo investigada pela Secretaria Municipal da Saúde é de que ela pode ter tido reação à vacina contra a gripe A. A paciente está com os membros inferiores paralisados, mas o estado de saúde é estável.

Segundo a secretária municipal de saúde, Zelionara Branco, a doença que paralisa o corpo é chamada de síndrome de guillain-barré. A secretaria não descarta que a paciente tenha reação a algum do componente da vacina.

A Secretaria Estadual da Saúde reafirma segurança da vacina contra a gripe A. A campanha já imunizou 2,1 milhões gaúchos, registrando nove casos de reação (três quadros de paralisia facial, um caso de paralisia das pernas, e cinco de reações alérgicas em geral).

Segundo o coordenador estadual de vigilância em saúde, Francisco Paz, todos são sintomas neurológicos e reversíveis:

— Qualquer medicação pode dar esse tipo de reação. O número de reações é em número bastante pequeno. São reações individuais, que dependem de como o organismo da pessoa reage.

A secretaria orienta as pessoas que já tiveram algum tipo de reação neurológica a outras vacinas para não tomarem a dose contra a gripe A. Quem tem dúvidas, deve procurar o próprio médico para uma avaliação.

Jornal Agora:

Segundo a secretária municipal de Saúde, Zelionara Branco, no hospital, a paciente foi submetida a exame de liquor, cujo resultado foi compatível para a síndrome de Guillain-Barré. Nesta quinta-feira, ela fará exame de eletroneuromiografia, que dará melhores condições de definição do diagnóstico, conforme informado pela administração da Santa Casa à secretária.

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Como sempre, as ‘autoridades’ da saúde defendem a todo o custo a vacina como segura e tentando relevar os efeitos adversos. Estou tentando conseguir os dados de reações adversas suspeitas e as confirmadas ocorridas em todo o país, o que seria normalmente papel da imprensa, mas que infelizmente fica passiva, neste importante momento. Manterei vocês informados.

Fontes:

Zero Hora: Jovem pode ter tido reação à vacina contra a gripe A em Rio Grande
Zero Hora: Investigada reação à vacina da gripe A

http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&section=Geral&newsID=a2887130.xml

http://www.jornalagora.com.br/site/index.php?caderno=19&noticia=80934

Jornal Agora: SMS investiga caso suspeito de reação à vacina contra gripe A

JORNAL AGORA…

Rio Grande, 03 de Maio de 2010, Segunda-Feira.

SMS investiga caso suspeito de reação à vacina contra gripe A
A Unidade de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) está investigando o caso de uma jovem, de 25 anos, que esteve internada na Santa Casa do Rio Grande do último dia 17 até ontem, com suspeita de reação à vacina contra a Gripe A (H1N1). A própria paciente vinculou os sintomas à vacina, feita 13 dias antes de ela começar a apresentar os sintomas que a levou à internação e que são compatíveis com os da síndrome de Guillain-Barré, doença que afeta o movimento dos membros inferiores.

De acordo com a enfermeira Patrícia Broilo, da Unidade de controle de Infecções, da Santa Casa, a paciente foi internada com dificuldade para caminhar. Estava com pouca sensibilidade em parte das pernas e não conseguia ficar muito tempo em pé. Passou a ser tratada para a síndrome de Guillain-Barré e melhorou, recebendo alta ontem. À tarde, o esposo dela informou à Secretaria Municipal de Saúde que a jovem estava em casa e apresentando melhora (boa resposta motora).

Segundo a secretária municipal de Saúde, Zelionara Branco, no hospital, a paciente foi submetida a exame de liquor, cujo resultado foi compatível para a síndrome de Guillain-Barré. Nesta quinta-feira, ela fará exame de eletroneuromiografia, que dará melhores condições de definição do diagnóstico, conforme informado pela administração da Santa Casa à secretária.

Zelionara Branco diz que a possibilidade deste tipo de reação está prevista na Norma Técnica da vacina contra a gripe A, mas a ocorrência é rara. “A probabilidade é de um evento para cada 50 mil pessoas vacinadas e normalmente aparece entre o quinto e o décimo dia após a aplicação do medicamento. Esta jovem desenvolveu os sintomas no 13º dia. Não se pode descartar e nem confirmar. É preciso investigar”, explica.

A secretária acrescenta que em Rio Grande foram aplicadas 41 mil doses da vacina até ontem e que este foi o primeiro caso deste tipo de doença. Ocorreram casos apenas de reações comuns, como dor no braço em que foi aplicada a vacina e sintomas gripais, que desaparecem em quatro ou cinco dias. A grande maioria das pessoas que fez a vacina não apresentou nenhuma reação. Ela observa que as pessoas não devem deixar de fazer a vacina porque o risco de o indivíduo com Gripe A desenvolver a forma grave desta gripe é muito maior do que o de ter uma reação rara. Outras vacinas injetáveis também podem causar esta síndrome.

A síndrome de Guillain Barré é uma doença autoimune, normalmente associada à infecção do trato gastro-intestinal ou do trato respiratório. Segundo Zelionara, vários agentes patogênicos (bactérias e vírus) podem causar esta síndrome. A Unidade de Vigilância Epidemiológica da SMS vai averiguar o que ocorreu com a jovem nos 30 dias que antecederam os sintomas. Definir se foi uma reação à vacina ou não, é de interesse epidemiológico para saber a frequência com que acontecem casos como este.
Carmem Ziebell

JORNAL AGORA : http://www.jornalagora.com.br/site/index.php?caderno=19&noticia=80934

Bebê internado após tomar a vacina…

Morte após a vacina…

Australia interrompe vacinação…

Austrália interrompe vacinação H1N1 para crianças menores de 5 anos após aumento no número de reações adversas

Mais de 60 crianças no estado australiano da Australia Ocidental (WA) podem ter tido reações adversas à vacina da gripe, informou o departamento do estado de saúde, sendo que uma está em estado crítico.

O ministro da Saúde do WA, Kim Hames, anunciou nesta quinta-feira que a vacinação para crianças menores de cinco anos de idade seria interrompida após uma série de reações à vacina contra a vacina de três cepas, que inclui a da gripe suína.

O médico-chefe oficial da Austrália, Jim Bishop, informou na sexta-feira para os profissionais de saúde em todo o país que estes devem parar imediatamente a imunização de crianças menores de cinco anos, por precaução.

O chefe do Departamento de Saúde de saúde de WA, Dr. Tarun Weeramanthri, disse que um número maior do que o esperado das reações à vacina, que é oferecida gratuitamente pelo governo estadual para as crianças menores de cinco anos, havia sido relatado.

O hospital infantial Princess Margaret’s (PMH) relatou 44 crianças com menos de 10 que apresentaram com convulsões febris, dos quais 23 foram relacionados à vacina pediátrica da gripe.

Das 23 crianças, 12 foram internadas no hospital.

A média de idade das crianças que tiveram reações à vacina foi de cerca de dois anos, mas as crianças com idades entre cinco e 10 também apresentaram febre e convulsões.

Dr Weeramanthri disse mais 40 crianças com menos de 10 anos haviam sido levados para outros hospitais do estado com convulsões febris, e uma averiguação estava sendo feita para avaliar se havia ligação com a vacina.

“O Conselho de médicos do estado de WA disse que um quadro clínico consistente está sendo observado, com febre e vômitos no prazo de seis horas e, certamente, no prazo de 12 horas após a vacinação,” disse ele.

O departamento de saúde de WA está trabalhando com outros estados e territórios para compilar os dados, mas não houve relatos de um aumento de reações à vacina em outros estados. “É importante para obter uma estimativa de quantos foram vacinados e quantas crianças que potencialmente tiveram reações”, Dr Weeramanthri disse.

“O departamento e a Administração de Medicamentos (TGA) informaram que existe uma suspeita inicial sobre o que eles acham que foi a causa do aumento de reações“, disse o Dr. Weeramanthri.

“A TGA está trabalhando com os fabricantes em duas linhas de investigação“, disse.
“Uma delas é o de dados de todo o país sobre onde nós estamos recebendo todos os sinais de aumento de reações e quais os lotes relacionados”.

“O segundo é realmente testar diretamente os lotes detidos pelos diversos fabricantes, para todas as impurezas.”

“Portanto, se esta é uma questão sobre a combinação de antígenos … desta vacina, que tem três partes, em comparação com uma única vacina, é algo que a TGA está averiguando“, Dr. Weeramanthri disse.

“Essa é a primeira vez que o antigeno específico foi incluído, mas é preciso lembrar que as cepas de gripe mudam regularmente e entao há mudanças regulares na formulação da vacina da gripe.”

“O departamento de saúde de WA respondeu adequadamente à reação e em tempo hábil”, disse o Dr. Weeramanthri.

“Assim que tivermos informações dos médicos, em especial no hospital PMH esta semana em que eles estavam preocupados pois estavam vendo algo mais do que aquilo que normalmente vemos, e as pessoas têm de entender que existe uma incidência normal de reação febril após a vacinação em crianças.”

“Uma vez que tivemos informações agimos com a brevidade que podíamos.”

O chefe de investigacao clinica do Centro Nacional de Pesquisa de Imunização, o Professor Robert Booy, disse que a experiência era que as crianças ao redor da Austrália demonstraram boa tolerância para a vacina.

Dr. Weeramanthri disse que estava esperançoso de um programa de vacinação segura poderá ser concedido uma vez que a segurança da vacina possa ser garantida.

Fontes:
Perth Now: Free flu vaccines suspended for children under five
Brisbane Times: Don’t give children flu jab: chief medical officer

http://fimdostempos.net/australia-interrompe-vacinacao-h1n1.html

Alagoas, Menina morre após tomar a Vacina…

Pais acreditam que imunização causou morte, mas infectologista diz que óbito seria “praticamente impossível”

A adolescente Joany Acioli Barbosa, 12 anos, morreu na última quinta-feira (15) após apresentar um quadro de febre alta e hemorragia interna. Os pais da menina, Jair Barbosa, 39, e Maria Neilz Acioli Barbosa dos Santos, 45, dizem que a morte foi causada pela vacina contra a Gripe A. Mas o infectologia ouvido pela Gazeta, professor Fernando Maia, afirma que os sintomas relatados não parecem com um quadro de reação à vacina e faz um alerta: “Quem tem ou teve problema de pulmão tem sim que se vacinar”.
Joany foi vacinada porque ainda bebê teve pneumonia e desde então fazia exames periódicos para avaliar os pulmões. “Além disso, às vezes ela apresentava um quadro de cansaço”, contam os pais da garota. Por esta razão, mesmo sem fazer parte dos grupos de risco, a adolescente tomou a vacina em um Posto de Saúde na Forene. Mas, de acordo com os pais, após um dia de imunizada, ela começou a sentir dores pelo corpo. Os sintomas teriam evoluído para febre alta e hemorragia interna, levando a menina à morte.

Fontes:

Gazeta de Alagoas : Menina morre após tomar vacina

http://gazetaweb.globo.com/v2/gazetadealagoas/texto_completo.php?cod=163522&ass=11&data=2010-04-20

http://fimdostempos.net/alagoas-menina-morre-vacina.html

Efeitos…

Autismo…

Síndrome de Guillain Barré ???

China…

Guangzhou/China – Autoridades de controle e prevenção de doenças em Guangzhou (Cantão) receberam relatos de que algumas crianças ficaram doentes ou paralisadas após receberem a vacina contra o H1N1, em meio ao atual escândalo da vacina na província de Shanxi.

Após uma investigação inicial, alguns casos em Guangzhou, capital da província de Guangdong, têm sido estranhamente ligados à vacinação, disse Wang Ming, diretor do Centro de controle e prevenção de Doenças de Guangzhou.

“Nós conduzimos uma investigação imediata após o recebimento dos relatórios. Até agora, não podemos dizer se os casos estão definitivamente ligados com a vacinação”, disse Wang a Yangcheng Evening News na quarta-feira.

É necessária mais investigação para preparar uma avaliação completa, segundo Wang.

Em um caso recente, Xian Weijian, um estudante de 10 anos do distrito de Baiyun, descobriu que não podia se apoiar na perna esquerda na noite depois que recebeu uma vacina contra a gripe H1N1 na escola na segunda-feira.

Xian foi dos 1.000 alunos que receberam a vacinas na escola naquele dia. O resto dos alunos não desenvolveu qualquer doença ou sintomas desconfortáveis.

“Meu filho não tinha quaisquer problemas de saúde antes de receber a vacina. Devev haver problemas com a vacina”, disse o pai de Xian.

Xian foi enviado ao hospital infantil de Guangzhou para tratamento posterior.

“Se descobrirmos que os casos estão relacionados à vacina, iremos realizar uma investigação mais aprofundada e punir seriamente as pessoas envolvidas”, disse Wang.

O relatório do inquérito inicial foi apresentado às autoridades governamentais, mas Huang Sui, um oficial de imprensa do Serviço de Saúde de Guangzhou, disse que ainda não foi fixada data para a publicação do relatório.

O prefeito de Guangzhou, Zhang Guangning, também pediu aos departamentos relacionados para conduzirem um inquérito exaustivo sobre o caso na terça-feira após receber um telefonema de uma mulher local.

A mãe alegou que seu filho de 15 anos desenvolveu paralisia nas pernas depois de receber a vacina H1N1 no ano passado.

“Ele ficou paralisado após receber a vacina. Como podemos acreditar que seu problema não tem nada que ver com a vacinação?” , perguntou ela.

Fontes:
China Daily: More vaccine problems reported
UOL: Vacinados contra gripe A na China têm reações adversas

França…

E os contratos ?

No documento do Ministério da Saúde “Esclarecimentos sobre a vacina contra Influenza”, onde tenta desacreditar as denúncias contra as vacinas, existe uma parágrafo que afirma:

Indústrias farmacêuticas receberam imunidade judicial quanto a ações ocasionadas por efeitos da vacina, como morte e invalidez.

Não temos essa informação. Vale registrar que o Ministério da Saúde, Agência Nac. de Vigilância Sanitária (Anvisa) e os laboratórios produtores detentores do registro são responsáveis por registrar, acompanhar e avaliar os casos de eventos adversos associados à vacinação. O sistema de vigilância de eventos adversos pós-vacinal do Ministério da Saúde possibilita a identificação precoce de problemas relacionados com as vacinas distribuídos ou pós-comercialização, como objetivo de prevenir e minimizar os danos à saúde dos usuários.

Interessante notar que a resposta nao é negativa, apenas ocorre uma omissao aqui “Não temos essa informação”. Quem tem esta informação então?
Em vários outros países, uma cláusula de imunidade para as companhias farmaceuticas foi incluída no contrato. Os EUA e Canadá estao entre estes países, como eu divulguei tempos atrás, também como a Franca. Nos posts de ontem (aqui e aqui), vimos que a Polonia nao adquiriu vacinas contra o H1N1 pois as empresas produtoras de vacinas exigiam a cláusula de imunidade contra acoes legais. Diante destes fatos, porque será que com o Brasil poderia ser diferente?

A única forma de dirimir esta dúvida é checando os detalhes destes contratos.

Eu me pergunto então, onde estão estes contratos? Se são públicos, pagos com o dinheiro dos contribuintes, com certeza devem estar disponíveis em algum lugar para averiguação. Porque estes contratos nao foram disponibilizados para que estes ditos “rumores” e “boatos” sejam de fato esclarecidos?

De acordo com esta notícia da Agencia Brasil, o governo comprou 40 milhões de doses da GSK, no valor de R$ 444,7 milhões, 33 milhões de doses da Sanofi-Pasteur, relativo a R$ 438,9 milhões, e ainda mais 10 milhões de doses do Fundo Rotatório de Vacinas da Organização Pan Americana de Saúde (Opas) ao custo de R$ 122,5 milhões, totalizando 1,006 bilhões, que vieram de crédito suplementar de R$ 2,1 bilhões de reais.

Primeiramente eu tentei achar os gastos no portal transparencia do governo, que no meu ver não é tão transparente assim. Não consegui localizar nenhum dos gastos acima.

Próximo passo foi procurar no Diário Oficial da União pelos contratos firmados. Eu encontrei pareceres para projeto de pesquisa para producao de vacinas, Registro biológico da vacina Sanofi, e o mais quente, o “EXTRATO DE DISPENSA DE LICITAÇÃO Nº 2050/2009”, de 29 de dezembro de 2009, no qual dispensa de licitação a aquisição de 40 milhões de doses de vacina contra o H1N1 pela GSK (GLAXOSMITHKLINE), no valor de meio bilhão de reais! Bem, até ai nenhuma novidade. O interessante é que este mesmo processo no mesmo valor aparece novamente no DOU de 21/01/2010 em um extrato de contrato , mas no NOME DE OUTRA EMPRESA! Esta outra empresa é a ID BIOMEDICAL CORPORATION OF QUEBEC, para a qual quase nao existe informacoes na internet. No mínimo meio suspeito, a licitação é dispensada para uma empresa, mas o contrato firmado com outra?

De qualquer forma, eu não localizei em nenhum lugar o contrato propriamente dito. Alguém saberia onde encontrar???

Eu encontrei também o extrato de convenio com o Butantan para a producao de 33 milhoes de doses, no valor de quase meio bilhao de reais. Não nos surpreende termos “especialistas” do instituto sendo entrevistados dizendo que os rumores sobre a vacina são infundados 🙂

Eu não encontrei no entanto o extrato de contrato com a Sanofi-Aventis, talvez porque o contrato fosse feito direto com o Butantan, que está sob controle do governo estadual de Sao Paulo?

Eu localizei um extrato de termos aditivo com a SANOFI – AVENTIS FARMACÊUTICA LTDA para o acréscimo em R$ 4.095,51, mas nada em relação ao lote principal.

Eu encontrei vários contratos com licitação para produção de vacinas para gripe sazonal que conterão também a vacina para a gripe suína. Me parece que como estão vendo que a população está temerosa para tomar a vacina contra o H1N1, a OMS está orientado para misturá-la na vacina para a gripe sazonal, já que seria um tremendo fracasso para o atual governo se viesse a tona que 2 bilhões de reais foram desperdiçados.

Os links para os DOUs estao no texto, mas eu segue mais abaixo o que eu localizei.

Cabe lembrar o que poderia ter sido feito com estes 2 bilhões de reais:

Vitamina D

Um frasco com 360 doses de vitamina D3 5.000 UI (o necessário para combater a deficiência de vitamina D) custa em torno de R$36,08. Este valor é ao varejo, com certeza poderia ser diminuído pela metade ou até mais se fosse adquirida em grande quantidade.

Com dois bilhões de reais poderia ser comprada pelo menos 55 milhões de frascos, o suficiente para quase 1/3 da população por um ano inteiro. Como a Vitamina D nao é patenteada, seria possível para o governo produzir quantidade necessária para toda a populacao com menos do que os 2 bilhoes gastos na vacina. Claro que além de proteger contra a gripe suína e outras gripes, a vitamina D teria outros efeitos benéficos, como evitar problemas de coração, osteoporose, diabetes, entre outros.

Casas populares:

Com dois bilhoes de reais desperdicados nesta campanha de vacinacao, seria possível a construção de 90.909 casas populares. Imagine o que poderia ser melhorado na saúde pública com este dinheiro??

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Dispensa de licitacao com a GSK
DOU Nº 248, terça-feira, 29 de dezembro de 2009
LINK
DEPARTAMENTO DE LOGÍSTICA

EXTRATO DE DISPENSA DE LICITAÇÃO Nº 2050/2009
Nº Processo: 25000613161200935 . Objeto: Aquisição de 40.000.000 de doses de Vacina Humana Influenza Tipo A H1N1, vacina para
administração por injeção intramuscular – frascos com no mínimo 10
doses/frasco. Total de Itens Licitados: 00001 . Fundamento Legal:
Artigo 24, inciso IV, da Lei 8.666/93 . Justificativa: Trata-se de
aquisição emergencial visto a pandemia da influenza do tipo a H1N1.
Declaração de Dispensa em 24/12/2009 . VAGNER DE SOUZA
LUCIANO . Diretor do Depratamento de Logística . Ratificação em
24/12/2009 . VAGNER DE SOUZA LUCIANO . Diretor do Depratamento
de Logística . Valor: R$ 465.532.000,00 . Contratada :GLAXOSMITHKLINE BRASIL LTDA . Valor: R$ 465.532.000,00
(SIDEC – 28/12/2009) 250005-00001-2009NE900002

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Contrato com a ID BIOMEDICAL CORPORATION OF QUEBEC
DOU de Nº 14, quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
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SUBSECRETARIA DE ASSUNTOS
A D M I N I S T R AT I V O S
COORDENACAO-GERAL DE SERVICOS GERAIS

EXTRATO DE CONTRATO Nº 67/2009
Nº Processo: 25000613161200935. Contratante: MINISTERIO DA
SAUDE -CNPJ Contratado: ESTRANGEIRO. Contratado : ID BIOMEDICAL CORPORATION OF QUEBEC. Objeto: Aquisição de
40.000.000 de doses de Vacina Humana Influenza Tipo A H1N1.
Fundamento Legal: inciso IV do artigo 24 da Leinº 8666/93. Vigência:
30/12/2009 a 30/06/2010. Valor Total: R$465.532.000,00.
Fonte: 351000000 – 2009NE904949 Fonte: 355000000 –
2009NE904950. Data de Assinatura: 30/12/2009.
(SICON – 20/01/2010) 250005-00001-2010NE900001

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Achei também algo estranho. Algo que já havia lido em outros lugares e porcamente explicado. Sendo o AH1N1 supostamente uma nova gripe, como é que existe patente da vacina em 2008? Eu achei vários diários da uniao com contratos para vacina AH1N1, como por exemplo:

RESOLUCAO-RE Nº 278, DE 31 DE JANEIRO DE 2005
AVENTIS PASTEUR LTDA 1.01609-0Cepa influenza tipo A (H3N2) + Cepa influenza tipo A (H1N1) + Cepa influenza tipo B

Pg. 36 da Seção 1 do Diário Oficial da União (DOU) de 12/03/2004
INSTITUTO BUTANTAN 1.02234-0
Cepa influenza tipo A (H3N2) + Cepa influenza tipo A (H1N1) + Cepa influenza tipo B

RESOLUCAO-RE Nº 1.082, DE 4 DE JULHO DE 2003 (*)
AVENTIS PASTEUR LTDA. 1.01609-0
CEPA INFLUENZA TP A(H3N2),CEPA INFLUENZA TP A (H1N1),CEPA INFLUENZA TP B
0801011 VACINAS
VACINA CONTRA GRIPE (VIRUS PURIFICADO 25000.006871/92-12 08/2004

Sistema de vigilância de eventos adversos pós-vacinal
Este sistema deveria centralizar todos os casos de reacoes adversas. Eu estou tentando obter um relatório destes eventos, estou ainda esperando resposta final das autoridades. Me parece que alguém nao quer divulgar estas informacoes, pois já fui mandado de um lugar para o outro pelo menos umas 10 vezes.

Podemos ver que está havendo uma pressao para nao admitir nenhum efeito adverso como provocado pelas vacinas. Vimos o bebe de menos de 2 anos que teve sérios problemas horas depois, que o hospital diagnosticou como “infecção no sistema nervoso e na medula.”. No outro dia um outro hospital declarou que após exames se verificou que os sintomas apresentados não foram causados pela vacina. Nao é de se surpreender que as ditas autoridades da saúde gritem por aí dizendo que a vacina nao provocou nenhuma reação, já que qualquer reação que ocorre nunca terá relação com a vacina. “Boa” estratégia, mas a verdade está finalmente vindo a tona!

Feliz Páscoa!!!

Fontes:

Ministério da Saúde: Assunto: Esclarecimentos sobre a vacina contra Influenza

Fonte: http://www.anovaordemmundial.com/2010/04/como-e-o-contrato-das-fornecedoras-da.html