Archive for the ‘Seitas e Heresias,’ Category

Fogo, Enxofre, Trízimo e Muletas Espirituais…

19/05/2010

As Indulgências continuam…pupilos de João Tetzel…

19/03/2010

2 Pedro CAPÍTULO 2:1-3

1 E TAMBÉM houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição.
2 E muitos seguirão as suas dissoluções, pelos quais será blasfemado o caminho da verdade.
3 E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita.

A Velha e Nova Cruz…

05/03/2010

A Velha e Nova Cruz

por

A. W. Tozer

Sem fazer-se anunciar e quase despercebida uma nova cruz introduziu-se nos círculos evangélicos dos tempos modernos. Ela se parece com a velha cruz, mas é diferente; as semelhanças são superficiais; as diferenças, fundamentais.

Uma nova filosofia brotou desta nova cruz com respeito à vida cristã, e desta nova filosofia surgiu uma nova técnica evangélica – um novo tipo de reunião e uma nova espécie de pregação. Este novo evangelismo emprega a mesma linguagem que o velho, mas o seu conteúdo não é o mesmo e sua ênfase difere da anterior.

A velha cruz não fazia aliança com o mundo. Para a carne orgulhosa de Adão ela significava o fim da jornada, executando a sentença imposta pela lei do Sinai. A nova cruz não se opõe à raça humana; pelo contrário, é sua amiga íntima e, se compreendermos bem, considera-a uma fonte de divertimento e gozo inocente. Ela deixa Adão viver sem qualquer interferência. Sua motivação na vida não se modifica; ela continua vivendo para seu próprio prazer, só que agora se deleita em entoar coros e a assistir filmes religiosos em lugar de cantar canções obcenas e tomar bebidas fortes. A ênfase continua sendo o prazer, embora a diversão se situe agora num plano moral mais elevado, caso não o seja intelectualmente.

A nova cruz encoraja uma abordagem evangelística nova e por completo diferente. O evangelista não exige a renúncia da velha vida antes que a nova possa ser recebida. Ele não prega contrastes mas semelhanças. Busca a chave para o interesse do público, mostranto que o cristianismo não faz exigências desagradáveis; mas, pelo contário, oferece a mesma coisa que o mundo, somente num plano superior. O que quer que o mundo pecador esteja idolizando no momento é mostrado como sendo exatamente aquilo que o evangelho oferece, sendo que o produto religioso é melhor.

A nova cruz não mata o pecador, mas dá-lhe nova direção. Ela o faz engrenar em um modo de vida mais limpo e agradável, resguardando o seu respeito próprio. Para o arrogante ela diz: “Venha e mostre-se arrogante a favor de Cristo”; e declara ao egoísta: “Venha e vanglorie-se no Senhor”. Para o que busca emoções, chama: “Venha e goze da emoção da fraternidade cristã”. A mensagem de Cristo é manipulada na direção da moda corrente a fim de torná-la aceitável ao público.

A filosofia por trás disso pode ser sincera, mas na sua sinceridade não impede qe seja falsa. É falsa por ser cega, interpretando erradamente todo o significado da cruz.

A velha cruz é um símbolo da morte. Ela representa o fim repentino e violento de um ser humano. O homem, na época romana, que tomou a sua cruz e seguiu pela estrada já se despedira de seus amigos. Ele não mais voltaria. estava indo para seu fim. A cruz não fazia acordos, não modificava nem poupava nada; ela acabava completamente com o homem, de uma vez por todas. Não tentava manter bons termos com sua vítima. Golpeava-a cruel e duramente e quando terminava seu trabalho o homem já não existia.

A raça de Adão está sob sentença de morte. Não existe comutação de pena nem fuga. Deus não pode aprovar qualquer dos frutos do pecado, por mais inocentes ou belos que pareçam aos olhos humanos. Deus resgata o indivíduo, liquidando-o e depois ressucitando-o em novidade de vida.

O evangelismo que traça paralelos amigáveis entre os caminhos de Deus e os do homem é falso em relação à bíblia e cruel para a alma de seus ouvintes. A fé manifestada por Cristo não tem paralelo humano, ela divide o mundo. Ao nos aproximarmos de Cristo não elevamos nossa vida a um plano mais alto; mas a deixamos na cruz. A semente de trigo deve cair no solo e morrer.

Nós, os que pregamos o evangelho, não devemos julgar-nos agentes ou relações públicas enviados para estabelecer boa vontade entre Cristo e o mundo. Não devemos imaginar que fomos comissionados para tornar Cristo aceitável aos homens de negócio, à imprensa, ao mundo dos esportes ou à educação moderna. Não somos diplomatas mas profetas, e nossa mensagem não é um acordo mas um ultimato.

Deus oferece vida, embora não se trate de um aperfeiçoamento da velha vida. A vida por Ele oferecida é um resultado da morte. Ela permanece sempre do outro lado da cruz. Quem quiser possuí-la deve passar pelo castigo. É preciso que repudie a si mesmo e concorde com a justa sentença de Deus contra ele.

O que isto significa para o indivíduo, o homem condenado quer encontrar vida em Cristo Jesus? Como esta teologia pode ser traduzida em termos de vida? É muito simples, ele deve arrepender-se e crer. Deve esquecer-se de seus pecados e depois esquecer-se de si mesmo. Ele não deve encobrir nada, defender nada, nem perdoar nada. Não deve procurar fazer acordos com Deus, mas inclinar a cabeça diante do golpe do desagrado severo de Deus e reconhecer que merece a morte.

Feito isto, ele deve contemplar com sincera confiança o salvador ressurreto e receber dEle vida, novo nascimento, purificação e poder. A cruz que terminou a vida terrena de Jesus põe agora um fim no pecador; e o poder que levantou Cristo dentre os mortos agora o levanta para uma nova vida com Cristo.

Para quem quer que deseje fazer objeções a este conceito ou considerá-lo apenas como um aspecto estreito e particular da verdade, quero afirmar que Deus colocou o seu selo de aprovação sobre esta mensagem desde os dias de Paulo até hoje. Quer declarado ou não nessas exatas palavras, este foi o conteúdo de toda pregação que trouxe vida e poder ao mundo através dos séculos. Os místicos, os reformadores, os revivalistas, colocaram aí a sua ênfase, e sinais, prodígios e poderosas operações do Espírito Santo deram testemunho da operação divina.

Ousaremos nós, os herdeiros de tal legado de poder, manipular a verdade? Ousaremos nós com nossos lápis grossos apagar as linhas do desenho ou alterar o padrão que nos foi mostrado no Monte? Que Deus não permita! Vamos pregar a velha cruz e conhecermos o velho poder.

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Fonte: O Melhor de A. W. Tozer, Editora Mundo Cristão, pg 151 a 153.

Fonte : Monergismo.com

Igrejas emergentes e o anticristo…

01/02/2010

Quem será o Anticristo?

Quando, há três anos, li o livro de Malachi Martin (The Keys of This Blood, que ainda não tive coragem de traduzir), entendi porque os americanos se dobraram diante do papa de Roma. Malachi demonstra ser um dominionista, enquanto a maioria reconstrucionista dos pentecostais e “emergentes” americanos embala a esperança de que os Estados Unidos possam receber o seu “Cristo”, em vez da União Européia. O cenário por Malachi apresentado é exatamente igual à visão dos reconstrucionistas. Contudo, ele vê o papa como aquele que vai estabelecer a Nova Ordem Mundial e jamais critica o Protestantismo ou qualquer outra religião, pois visualiza todas elas sob a liderança do papa de Roma, na chamada “Nova Ordem Mundial de Deus”. O papa Ratzinger confirmou, recentemente, esta visão, na TV mundial. (Eu já afirmei várias vezes e continuo afirmando que nenhum padre, bispo ou papa católico crê na divindade de Cristo, usando o Seu Nome Santo apenas para beneficiar a Igreja de Roma).
[Para quem não sabe, Malachi Martin nasceu no Condado de Kerry (Irlanda), em 1921, tendo falecido em 1999. Durante o tempo em que trabalhou em Roma, ele sempre esteve próximo ao papa João XXIII e afirmava ter-se entrosado com os mais recônditos segredos do Vaticano. Seus anos em Roma também coincidiram com a realização do Concílio Vaticano II (1961-1965). Completamente decepcionado com a ICAR e a Ordem Jesuíta, em 1964, ele pediu dispensa dos votos religiosos, abandonou Roma às pressas, em Julho do mesmo ano, tendo ido para Nova York, onde trabalhou como lavador de pratos e motorista de táxi, conseguindo a nacionalidade americana em 1970].
Conforme escreveu o erudito escritor cristão fundamentalista, Dr. Ronald Cooke, no capítulo 14 do seu livro “Antichrist and Optimism”, “O Ecumenismo conseguiu que toda a oposição religiosa legal desaparecesse. Todo mundo atualmente é uma pessoa de boa vontade e precisa apenas de uma pequena orientação para entrar no caminho certo, como um cordeiro que segue para o matadouro… Quando um homem se torna companheiro do erro, ele perde a capacidade de refutá-lo e até mesmo de reconhecê-lo… Quando um homem fica rodeado de hereges, ele perde a capacidade de discernir entre o que é falso e o que é verdadeiro e o seu ministério se transforma em ministério de confusão… O objetivo internacional do papa é a visão utópica de uma cristandade unificada na Europa, desde o Oceano Atlântico até os Montes Urais” (“Newsweek Christian Beacon”, 13/10/1988, p. 7).
Esta idéia de “cristianizar” a humanidade parece muito semelhante à que os reconstrucionistas americanos (copiados pelos macaquinhos nacionais) ensinam e à sua visão utópica, também paralela à idéia da vitória cultural. Os pensadores “cristãos” da atualidade confundem cultura secular com erudição bíblica, como se Deus preferisse os eruditos para a pregação do Evangelho do Seu Filho, em vez de escolher as pessoas mais simples e despretensiosas, conforme lemos na 1 Coríntios 3:18-20: “Ninguém se engane a si mesmo. Se alguém dentre vós se tem por sábio neste mundo, faça-se louco para ser sábio. Porque a sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus; pois está escrito: Ele apanha os sábios na sua própria astúcia. E outra vez: O Senhor conhece os pensamentos dos sábios, que são vãos”
A triste verdade é que o programa atual da Igreja Emergente, que se autoglorifica, mostrando-se rica e vitoriosa no mundo, é muito semelhante ao que a Bíblia chama de Mistério… Babilônia, a grande meretriz de Apocalipse 17-18, coberta de jóias preciosas…
Ninguém sabe ainda quem será o Anticristo. Mas, do jeito que as coisas estão marchando em ritmo acelerado, nesta era da Internet, o “homem do pecado” já deve estar alimentando o seu sonho megalomaníaco de domínio mundial, em algum lugar do chamado “Primeiro Mundo”, aguardando o momento de entrar em cena. Para mim, ele vai sair da Alemanha, de onde Hitler – o seu protótipo – quis liquidar o povo de Deus. Talvez ele já esteja ocupando o cargo de REITOR numa grande universidade (como LEIPZIG, por exemplo). Achei muito estranho que o marido de minha neta (um cientista pesquisador de Nanotecnologia) tivesse usado e abusado do meu computador, apagando, em seguida, tudo que pesquisou, deixando claro que ele participa de um programa altamente confidencial.
Se nesta universidade a Nanotecnologia está sendo tão aperfeiçoada, bem como na universidade americana, com a qual ela mantém parceria, dentro em breve, os microchips poderão ser colocados sob a pele humana, com a desculpa de se controlarem o câncer e as doenças cardíacas e mentais. Então, os homens começarão a ser controlados, numa fração de segundo. Dentro de uns dois anos, os cristãos nominais que estiverem ainda por aqui serão marcados como gado pertencente ao rebanho do “homem do pecado”.

Fonte : Mary Schultze, 06/01/2010 – http://www.maryschultze.com.

Maçonaria, denúncia do Dr.Pedroza na Hit TV

08/01/2010

Dr. Renato Pedroza na Hit Tv e a maçonaria nas igrejas…