Archive for the ‘Está Escrito !!!’ Category

Caídos, caídos…Voltem-se a Cristo !!!

11/03/2010

Pregadores civilizados…

04/03/2010

Acorde igreja !!!

04/03/2010

Tomando a cruz…

02/03/2010

Tomando a cruz
Arthur W. Pink

“Então disse Jesus a seus discípulos: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome sua cruz e siga-me”. (Mt 16:24)

Então disse Jesus a seus discípulos, “Se alguém quer…” – a palavra “quer” aqui significa “desejam” como no versículo “todos quantos desejam viver piedosamente”. Isso significa “estar determinado”. “Se alguém deseja vir após mim, a si mesmo se negue, tome sua cruz (não uma cruz, mas a sua cruz) e siga-me”. E em Lucas 14:27 Cristo declarou: “E qualquer que não tomar a sua cruz e vier após mim, não pode ser meu discípulo”. Portanto não é uma opção. A vida cristã é muito mais do que subscrever um sistema de verdades, adotar um código de conduta ou submeter-se a ordenanças religiosas. Acima de tudo a vida cristã é uma experiência pessoal de comunhão com o Senhor Jesus. E apenas na proporção em que a sua vida é vivida em comunhão com Cristo você estará vivendo a vida cristã, somente nesta medida.

A vida cristã é uma vida que consiste em seguir a Jesus. “Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome sua cruz e siga-me” . Espero que você e eu possamos ganhar distinção pela proximidade com que seguimos a Cristo, e então teremos de fato comunhão íntima com Ele. Existe um grupo descrito nas escrituras no qual é dito “São eles os seguidores do Cordeiro por onde quer que vá”. Mas, infelizmente, há um grupo, um grande grupo, que parece seguir ao Senhor de forma irregular, espasmódica, ocasional e distante, não de todo o coração. Há muito do mundo e deles mesmos em suas vidas e tão pouco de Cristo. Três vezes mais feliz será aquele que como Calebe perseverar em seguir ao Senhor.

Ora, amados, nosso principal interesse e objetivo é seguir a Cristo, mas existem dificuldades pelo caminho. Existem obstáculos na vereda e é a eles que a primeira parte do nosso texto se refere. Você nota que a palavra “siga-me” vem no final. A si mesmo fica no caminho, e o mundo com suas milhares de atrações e distrações é um obstáculo; portanto Cristo diz, “Se alguém quer vir após Mim (primeiro) a si mesmo se negue, (segundo) tome sua cruz, e (terceiro) siga-me”. E ai nós aprendemos a razão pela qual tão poucos cristãos professos seguem a Cristo de perto, clara e consistentemente.

O primeiro passo em direção a um seguir diário a Cristo é o negar se a si mesmo. Há uma grande diferença meus irmãos e irmãs, entre negar-se a si mesmo e a assim chamada alta negação. A idéia popular tanto para o mundo como entre os cristãos é a de desistir das coisas que gostamos. Existe uma grande diversidade de opiniões sobre o que deveria ser abandonado. Há alguns que limitariam isso ao que é caracteristicamente mundano, como ir ao cinema, dançar e assistir às corridas. Há outros que limitariam isso a um determinado período de tempo quando a diversão e outras coisas que são seguidas durante o resto do ano, são rigidamente evitadas nessa época. Mas tais métodos, assim como os outros, só promovem o orgulho espiritual, pois certamente eu mereço algum crédito se eu desisto de tanta coisa! Ah, meus amigos, o que Cristo fala em nosso texto (que o Espírito de Deus aplique isso às nossas almas) como sendo o primeiro passo para segui-Lo é a negação do próprio eu, não simplesmente algumas coisas que agradam o eu, não algumas coisas que o eu deseja, mas a negação do próprio eu.

O que significa “ se alguém vier após mim, a si mesmo se negue”? Significa em primeiro lugar abandonar a sua própria justiça, mas quer dizer muito mais que isso. Significa parar de insistir sobre meus próprios desejos, Significa repudiar o próprio eu. Significa parar de considerar nosso próprio conforto, nosso sossego, nossa satisfação, nosso engrandecimento, nossos próprios benefícios. Significa acabar com o eu. Significa, amados, dizer com o apóstolo : “Para mim o viver é…” , não o eu, mas “… Cristo”. Para mim o viver é obedecer a Cristo, servir a Cristo, honrar a Cristo, gastar-me para Ele. Esse é o significado! E “se alguém vier após Mim”, diz o nosso Mestre, “A si mesmo se negue” , deixe o eu ser repudiado, ser aniquilado. Em outras palavras isso é o que vemos em Romanos 12:1, “Apresenteis os vossos corpos por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus”.

Agora o segundo passo para seguirmos a Cristo é o tomar a cruz. “Se alguém quer vir após Mim, a si mesmo se negue, tome sua cruz …”. Ah meus amigo, viver a vida cristã é algo mais do que ter uma vida fácil e tranqüila; é um compromisso sério. É uma vida que tem de ser disciplinada com sacrifício. A vida de discipulado começa com a auto-renúncia e continua com a auto-mortificação. Em outras palavras o nosso texto se refere à cruz não apenas como um objeto de fé, mas como um princípio de vida, como um distintivo do discipulado, como uma experiência da alma. E, atentem! Assim como é verdade que a cruz foi o único caminho de Jesus de Nazaré para o trono do Pai, o único caminho para uma vida de comunhão com Deus, e da coroa ao final para o crente, é através da cruz. Os benefícios legais do sacrifício estão assegurados pela fé, quando a culpa do pecado é cancelada; mas a cruz só se torna eficaz sobre o poder do pecado que habita em nós quando ela é tomada diariamente em nossas vidas.

Eu quero chamar a sua atenção para o contexto. Vejamos juntos em Matheus 16, versículo 21: “Desde esse tempo, começou Jesus Cristo a mostrar a seus discípulos que lhe era necessário seguir para Jerusalém e sofrer muitas coisas dos anciãos e, dos principais sacerdotes e dos escribas, ser morto, e ressuscitado ao terceiro dia. E Pedro, chamando-Lhe à parte, começou a reprová-Lo” . Ele vacilou e disse: “Tem compaixão de ti, Senhor”. Isso expressa a lógica do mundo. Esse é o teor da filosofia do mundo, auto-proteção e egoísmo; mas o que Cristo pregou não foi “poupar-se”, e sim “sacrificar-se”. O Senhor Jesus viu na sugestão de Pedro uma tentação de Satanás e lançou-se de Si: “Então disse Jesus aos seus discípulos: se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue tome sua cruz e siga-me”. Em outras palavras o que Cristo disse foi: Eu estou subindo para Jerusalém para a cruz; se alguém de vocês quiser me seguir há uma cruz para ele. E, como Lucas capitulo 14 diz, “Qualquer que não tomar a sua cruz, …, não pode ser meu discípulo”. Não apenas Jesus devia subir para Jerusalém e ser morto, mas todo aquele que o seguir deve tomar a sua cruz. O “deve” é tão imperativo em um caso como no outro. A cruz de Cristo permanece única em seu caráter expiatório, mas no viver diário ela é compartilhada por todo aquele que passou da morte para a vida.

Então, o que “a cruz” significa? O que Cristo quis dizer que “a não ser que alguém tome a sua cruz”? Meu amigos é deplorável que nestes últimos tempos uma pergunta como esse precise ser feita é ainda mais deplorável que a grande maioria do próprio povo de Deus tenha concepções anti-bíblicas do porquê da existência da “cruz”. O crente em geral parece considerar a cruz a que se refere o texto como qualquer aflição ou dificuldade que possa lhe sobrevir. Qualquer coisa que venha perturbar a nossa paz, que é desagradável à carne, que nos irrita, é vista como uma cruz. Um diz: “Bem, essa é minha cruz!”, outro diz que outra coisa é a cruz deles. Meus amigos, a palavra nunca é utilizada dessa forma no Novo Testamento. A palavra “cruz” nunca é encontrada na forma plural, nem precedida por um artigo indefinido: “uma cruz”. Note também que no nosso texto a nossa cruz está ligada a um verbo na voz ativa, e não na passiva. Não é uma cruz que é colocada sobre nós, mas uma cruz que deve ser “tomada”. A cruz significa realidades definidas que incorporam e expressam as principais características da agonia de Cristo.

Outros entendem que “a cruz” se refere a deveres desagradáveis que eles cumprem sem disposição, ou a hábitos carnais que rejeitam. Eles imaginam que tomam “a cruz” quando, empurrados pela consciência se abstêm de coisas realmente desejadas. Tais pessoas invariavelmente transformam suas “cruzes” em armas para agredir a outras. Elas ostentam a sua auto-negação e andam por aí insistindo que as demais deveriam imitá-las. Tais concepções da “cruz” são tão farisaicas quanto falsas, e tão prejudiciais quanto errôneas.

Agora, na medida em que o Senhor me permitir, deixem-me mencionar três coisas que a cruz significa.

Primeiro, a cruz é a expressão do ódio do mundo. O mundo odiou o Cristo de Deus e o seu ódio foi plenamente manifesto na sua crucificação. No capitulo 15 do evangelho de João, sete vezes Cristo faz referência ao ódio do mundo contra Si e contra o Seu povo; e apenas na proporção que você e eu seguimos a Cristo, em que nossas vidas forem seguidas como a sua, em que deixarmos o mundo e estivermos em comunhão com Ele, então o mundo nos odiará.

Nós lemos nos evangelhos que um homem veio e apresentou-se a Cristo para ser o seu discípulo e pediu que primeiro pudesse ir e enterrar o seu pai, um pedido muito natural, realmente louvável (?), e a resposta do Senhor é quase atordoante. Disse Ele àquele homem: “Segue-me, e deixa aos mortos sepultar os seus próprios mortos”. O que teria acontecido àquele jovem se ele tivesse obedecido a Cristo? Eu não sei se ele obedeceu ou não, mas se obedecesse o que aconteceria? O que teriam pensado dele seus parentes e amigos? Seriam eles capazes de apreciar o motivo, a devoção que fez com que seguissem a Cristo e negligenciasse o que o mundo chamaria de um dever filial? Ah, meus amigos, se vocês seguem a Cristo o mundo pensará que estão loucos, e algumas pessoas encontram muita dificuldade em suportar as censuras contra a sua sanidade. Sim, algumas que encontram na reprovação dos vivos uma provação mais difícil do que a perda dos mortos.

Outro jovem apresentou-se a Cristo para o discipulado e pediu ao Senhor que primeiro lhe deixasse ir à sua casa despedir-se dos seus, um pedido muito natural, então o Senhor apresentou a “cruz”: “Ninguém que tendo posto a mão no arado, olha para traz é apto para o reino de Deus”. Pessoas de temperamento afetuoso se ressentem dos puxões que desatam os laços do lar, e os acham difíceis de suportar; mais difíceis ainda são as suspeitas dos amados e amigos de terem sidos desprezados. Sim, a censura do mundo se torna muito real se estivermos seguindo a Cristo de perto. Ninguém pode segui-Lo e permanecer em harmonia com o mundo.

Outro jovem veio e apresentou-se a Cristo e ajoelhando-se a seus pés, o adorou, e disse: “Mestre, que farei eu de bom …”? e o Senhor apresentou-lhe a cruz: “Vende tudo o que tens dá aos pobres, depois vem e segue-me”. E o jovem retirou-se triste . E Cristo ainda continuou a dizer, a vocês e a mim, Hoje: “E qualquer que não tomar a sua cruz, e vier após mim, não pode ser meu discípulo” . A cruz significa a reprovação e o ódio do mundo. Mas assim como a cruz foi voluntária para Cristo, ela é voluntária para o Seu discípulo. Ela tanto pode ser evitada ou aceita, ignorada ou “tomada”.

Mas em segundo lugar, a cruz significa uma vida que é voluntariamente rendida à vontade de Deus. Do ponto de vista do mundo a morte foi um sacrifício voluntário. Vejamos por um momento o capitulo 10 de João, começando com o versículo 17: “Por isso o Pai me ama, porque eu dou a minha vida para a reassumir. Ninguém a tira de mim; pelo contrário, eu espontaneamente a dou. Tenho autoridade para entregar e também para reavê-la”. Porque Ele deu a Sua vida? Veja o final do versículo 18 “esse mandato recebi de meu Pai.” A cruz foi a última exigência de Deus sobre a obediência do Seu Filho. Por isso em Filipenses 2 diz que Ele “subsistindo em forma de Deus não julgou com usurpação o ser igual a Deus; antes a Si mesmo se esvaziou assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens, e reconhecido em figura humana, a Si mesmo se humilhou, tornado-Se obediente até a morte …” esse foi o clímax, esse foi o fim do caminho da obediência, “… e morte de cruz.”

Cristo nos deixou exemplo para que seguíssemos os seus passos. A obediência de Cristo deve ser a obediência do cristão-voluntária, não compulsória-voluntária, contínua, fiel, sem nenhuma reserva, até a morte. A cruz portanto significa obediência, consagração, rendição, uma vida a disposição de Deus. “Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me.” e “qualquer que não tomar a sua cruz, e vier após mim, não pode ser Meu discípulo.”. Em outras palavras, caros amigos, a Cruz significa o principio do discipulado, nossa vida sendo dirigida pelo mesmo principio que dirigiu a vida de Cristo, Ele veio aqui e não agradou a Si mesmo: nem tão pouco devo eu procurar agradar a mim mesmo. Ele a Si mesmo se esvaziou: então assim devo eu fazer. Ele ia por toda parte fazendo o bem: o mesmo deveria eu fazer. Ele não veio para ser servido mas para servir: assim deveríamos agir. Ele tornou-se obediente até a morte, e morte de cruz. É isso que a cruz significa: primeiro, a reprovação do mundo, porque nós nos opomos a ele, e incitamos a sua ira por nos separarmos dele, e por andarmos por uma direção diferente, e sermos dirigidos por princípios diferentes daqueles pelos quais ele é dirigido. Segundo, significa uma vida sacrificada a Deus – devotada a Ele.

Em terceiro lugar, a cruz significa sacrifício e sofrimento vicários. Vejamos a primeira epistola de João, no versículo 16 do terceiro capitulo: “Nisto conhecemos o amor, em que Cristo deu a sua vida por nós: e devemos dar as nossas vidas pelos irmãos”. Essa é a lógica do Calvário. Nós somos chamados à comunhão com Cristo e nossas vidas devem ser vividas segundo os mesmos princípios que a dEle – obediência a Deus e sacrifícios pelos outros. Ele morreu para que tivéssemos vida e, meus amigos, nós temos que morrer para que possamos viver, veja o versículo 25 do capitulo 16 de Mateus: “Porquanto, quem quiser salvar a sua vida, perdê-la-á” – isso diz respeito a todo cristão, pois Cristo estava ali falando aos discípulos. Todo o crente que tem vivido uma vida egocêntrica, preocupado com o seu próprio conforto, sua própria paz de consciência, o seu próprio bem estar, suas próprias vantagens e benefícios, essa “vida” irá se perder para sempre – tudo desperdiçado à luz da eternidade; madeira, feno e palha, que virarão fumaça. Mas, “quem perder a sua vida por minha causa, achá-la-á”, que quer dizer, alguém que não tem vivido a sua vida considerando seu próprio bem estar, seus próprios interesses, seu próprio benefício, sua própria promoção, mas a tem sacrificado e gastado a serviço dos outros por causa de Cristo; esse achará – “achar” o quê? – ele a achará, não alguma outra coisa a mais: a sua vida, não outra – a sua vida. Essa vida foi imortalizada, perpetuada, foi feita de materiais imperecíveis que sobreviverão ao teste do fogo do dia por vir. Ele “a” achará. Ele morreu para que pudéssemos viver, e nós devemos morrer se quisermos viver! “Quem perder a vida por minha causa, achá-la-á”.

Novamente, no capitulo 20 de João, Cristo disse aos seus discípulos, “Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio” . Para fazer o que, Cristo foi enviado aqui? Para glorificar ao Pai; para expressar o amor de Deus; para manifestar a graça de Deus, para lamentar sobre Jerusalém; para ter compaixão do ignorante e daqueles que estão fora do caminho; para labutar tão diligentemente que Ele não tinha tempo nem para comer; para viver uma vida de tal alto sacrifício que seus familiares disseram “Está fora de si” e, “Assim como o Pai me enviou,” diz Cristo, “Eu também vos envio”. Em outras palavras, Eu vos envio de volta para o mundo do qual vos salvei. Eu vos envio de volta para o mundo para viverem com a cruz estampada em vocês. Oh irmãos e irmãs, quão pouco “sangue” há em nossas vidas! Quão pequeno é o levar o morrer de Jesus em nossos corpos (II Co 4:10).

Já começamos, de algum modo, a “tomar a cruz”? Estamos surpresos com o fato de O estarmos seguindo tão de longe? Estamos surpresos pelo fato de termos tão pouca vitória sobre o pecado que habita em nós? Há uma razão para tudo isso. Em seu caráter expiatório a Cruz de Cristo permanece única, mas no viver diário a cruz dever ser compartilhada por todos os Seus discípulos. Legalmente a Cruz do Calvário anulou e afastou de nós a nossa culpa, a culpa do nosso pecado, mas, meus amigos, eu estou perfeitamente convencido, que a única maneira de nos libertarmos do poder do pecado sobre nossas vidas e de obter domínio sobre o velho homem dentro de nós, é tornando a cruz parte da experiência das nossas almas. Foi na cruz que o pecado foi tratado legal e judicialmente; somente na medida em que a cruz for “tomada” pelo discípulo é que ela se torna uma experiência – matando o poder e a corrupção do pecado que habita em nós. E Cristo diz: “Qualquer que não tomar a sua cruz, … não pode ser meu discípulo!”. Oh, que necessidade tem cada crente de ficar a sós com o Senhor e consagrar-se ao Seu serviço.

Extraído do Livro – Os Atributos de Deus

O Trono de Julgamento de Cristo…

02/02/2010

Igrejas emergentes e o anticristo…

01/02/2010

Quem será o Anticristo?

Quando, há três anos, li o livro de Malachi Martin (The Keys of This Blood, que ainda não tive coragem de traduzir), entendi porque os americanos se dobraram diante do papa de Roma. Malachi demonstra ser um dominionista, enquanto a maioria reconstrucionista dos pentecostais e “emergentes” americanos embala a esperança de que os Estados Unidos possam receber o seu “Cristo”, em vez da União Européia. O cenário por Malachi apresentado é exatamente igual à visão dos reconstrucionistas. Contudo, ele vê o papa como aquele que vai estabelecer a Nova Ordem Mundial e jamais critica o Protestantismo ou qualquer outra religião, pois visualiza todas elas sob a liderança do papa de Roma, na chamada “Nova Ordem Mundial de Deus”. O papa Ratzinger confirmou, recentemente, esta visão, na TV mundial. (Eu já afirmei várias vezes e continuo afirmando que nenhum padre, bispo ou papa católico crê na divindade de Cristo, usando o Seu Nome Santo apenas para beneficiar a Igreja de Roma).
[Para quem não sabe, Malachi Martin nasceu no Condado de Kerry (Irlanda), em 1921, tendo falecido em 1999. Durante o tempo em que trabalhou em Roma, ele sempre esteve próximo ao papa João XXIII e afirmava ter-se entrosado com os mais recônditos segredos do Vaticano. Seus anos em Roma também coincidiram com a realização do Concílio Vaticano II (1961-1965). Completamente decepcionado com a ICAR e a Ordem Jesuíta, em 1964, ele pediu dispensa dos votos religiosos, abandonou Roma às pressas, em Julho do mesmo ano, tendo ido para Nova York, onde trabalhou como lavador de pratos e motorista de táxi, conseguindo a nacionalidade americana em 1970].
Conforme escreveu o erudito escritor cristão fundamentalista, Dr. Ronald Cooke, no capítulo 14 do seu livro “Antichrist and Optimism”, “O Ecumenismo conseguiu que toda a oposição religiosa legal desaparecesse. Todo mundo atualmente é uma pessoa de boa vontade e precisa apenas de uma pequena orientação para entrar no caminho certo, como um cordeiro que segue para o matadouro… Quando um homem se torna companheiro do erro, ele perde a capacidade de refutá-lo e até mesmo de reconhecê-lo… Quando um homem fica rodeado de hereges, ele perde a capacidade de discernir entre o que é falso e o que é verdadeiro e o seu ministério se transforma em ministério de confusão… O objetivo internacional do papa é a visão utópica de uma cristandade unificada na Europa, desde o Oceano Atlântico até os Montes Urais” (“Newsweek Christian Beacon”, 13/10/1988, p. 7).
Esta idéia de “cristianizar” a humanidade parece muito semelhante à que os reconstrucionistas americanos (copiados pelos macaquinhos nacionais) ensinam e à sua visão utópica, também paralela à idéia da vitória cultural. Os pensadores “cristãos” da atualidade confundem cultura secular com erudição bíblica, como se Deus preferisse os eruditos para a pregação do Evangelho do Seu Filho, em vez de escolher as pessoas mais simples e despretensiosas, conforme lemos na 1 Coríntios 3:18-20: “Ninguém se engane a si mesmo. Se alguém dentre vós se tem por sábio neste mundo, faça-se louco para ser sábio. Porque a sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus; pois está escrito: Ele apanha os sábios na sua própria astúcia. E outra vez: O Senhor conhece os pensamentos dos sábios, que são vãos”
A triste verdade é que o programa atual da Igreja Emergente, que se autoglorifica, mostrando-se rica e vitoriosa no mundo, é muito semelhante ao que a Bíblia chama de Mistério… Babilônia, a grande meretriz de Apocalipse 17-18, coberta de jóias preciosas…
Ninguém sabe ainda quem será o Anticristo. Mas, do jeito que as coisas estão marchando em ritmo acelerado, nesta era da Internet, o “homem do pecado” já deve estar alimentando o seu sonho megalomaníaco de domínio mundial, em algum lugar do chamado “Primeiro Mundo”, aguardando o momento de entrar em cena. Para mim, ele vai sair da Alemanha, de onde Hitler – o seu protótipo – quis liquidar o povo de Deus. Talvez ele já esteja ocupando o cargo de REITOR numa grande universidade (como LEIPZIG, por exemplo). Achei muito estranho que o marido de minha neta (um cientista pesquisador de Nanotecnologia) tivesse usado e abusado do meu computador, apagando, em seguida, tudo que pesquisou, deixando claro que ele participa de um programa altamente confidencial.
Se nesta universidade a Nanotecnologia está sendo tão aperfeiçoada, bem como na universidade americana, com a qual ela mantém parceria, dentro em breve, os microchips poderão ser colocados sob a pele humana, com a desculpa de se controlarem o câncer e as doenças cardíacas e mentais. Então, os homens começarão a ser controlados, numa fração de segundo. Dentro de uns dois anos, os cristãos nominais que estiverem ainda por aqui serão marcados como gado pertencente ao rebanho do “homem do pecado”.

Fonte : Mary Schultze, 06/01/2010 – http://www.maryschultze.com.

Haaa……Haiti……(Lucas 13:1-9)

18/01/2010

Chorando pelo Haiti e por nossas tragédias domésticas – reflexões a partir de Lucas 13.1-9

As lembranças das inundações de 2008, em Santa Catarina, ainda estavam bem presentes conosco, quando testemunhamos as mortes e prejuízos resultantes de deslizamentos, desmoronamentos e alagamentos nesta transição 2009/2010, em nosso Brasil. Depois, nos últimos dias, estamos sendo impactados com o terremoto no Haiti. Temos testemunhado e chorado com o conseqüente sofrimento chocante, intenso e extremamente abrangente, que nos remete ao Tsunami de 26.12.2004, no Oceano Índico, quando pereceram cerca de 220 mil pessoas.

Não sabemos ainda a extensão da tragédia causada pelo terremoto no Haiti. Alguns falam em 200 mil mortos, sem contar aqueles que ainda enfrentarão as doenças e conseqüências da falta de higiene, alimentos e cuidados médicos. A desagregação de famílias e daquela sociedade, já tão fragmentada pela miséria e ausência de governo, corta o nosso coração. Enquanto vemos as cenas de dor e tristeza, e avaliamos tudo isso, procurando aferir o que podemos e devemos fazer, somos levados às Escrituras para procurar alguma compreensão trazida pelo próprio Deus, para esses desastres.

Acima de tudo, devemos resistir à tentação de procurar respostas que diminuem a bíblica soberania e majestade de Deus, e consequentemente a sua pessoa. Tais “explicações”, “conclusões” e “construções” aparentam ser plausíveis, mas revelam-se meramente humanas, pois contrariam a revelação das Escrituras. Esse tipo de resposta sempre aparece, quando ocorrem tais acontecimentos; elas não são novidade nem têm surgido apenas em nossos dias.

Por exemplo, em novembro de 1755 a cidade de Lisboa foi praticamente arrasada por um grande terremoto. A conclusão emitida por padres jesuítas foi a de que: “Deus julgou e condenou Lisboa, como outrora fizera com Sodoma”. Voltaire (François Marie Arouet), que era um deísta, escreveu em 1756 “Poemas sobre o desastre em Lisboa”. Ali, ele culpa a natureza e a chama de malévola, deixando no ar questionamentos sobre a benevolência de Deus. Jean Jacques Rousseau, respondeu com “Carta sobre a providência”. Nela ele culpa “o homem” como responsável pela tragédia. Ele aponta que, em Lisboa, existiam “20 mil casas de seis ou sete andares” e que o homem “deveria ter construído elas menores e mais dispersas”. Ou seja, procurando “inocentar a Deus e a natureza” ele coloca a agência da tragédia no desatino dos homens.[1]

Sobre o terremoto no Haiti, à semelhança do que ocorreu no Tsunami, vi alguns depoimentos de pastores, falando sobre a “mão pesada de Deus, em julgamento”; opinião semelhante à emitida quando do acidente com o avião que transportava o grupo “Mamonas Assassinas”, em 1996.

Ainda outros, procuram uma teologia estranha às Escrituras, para “isolar” Deus da regência da história. São os mesmos que, quando da ocorrência do Tsunami e do acidente ocorrido com o Vôo 447 da Air France em junho de 2009, emitiram a seguinte conclusão: “Diante de uma tragédia dessa magnitude, precisamos repensar alguns conceitos teológicos” (veja as excelentes reflexões sobre esse último desastre, no post do Augustus Nicodemus, neste mesmo blog). No entanto, em vez de formularmos nossa teologia pelas experiências, voltemo-nos ao ensinamento do próprio Jesus.

Em Lucas 13.1-9 temos instrução pertinente sobre vários tipos de tragédias. A primeira tragédia tratada é aquela gerada por homens (Vs 1-3). Certos galileus haviam sido mortos por soldados de Pilatos. A Bíblia diz que “alguns” colocaram-se como críticos e juízes (a resposta de Jesus infere isso); deduziram que aqueles que haviam sofrido violência humana, sangue derramado por armas (em paralelo às situações que vivemos nos nossos dias) seriam mais pecadores do que os demais. O ensino ministrado é o seguinte: Não vamos nos colocar no lugar de Deus. Não vamos nos concentrar em um possível juízo ou julgamento sobre as vítimas. Jesus, em essência diz: cuidem de si mesmos! Constatem os seus pecados! Arrependam-se!

Mas ele nos traz, também, um segundo tipo de tragédias. Esta que é referida é semelhante, guardadas as proporções, à ocorrida no Haiti. São tragédias geradas por “fatalidades”. Ele fala da Torre de Siloé. O texto (Vs 4-5) diz que ela desabou, deixando 18 mortos. Jesus sabia que mesmo quando, aos nossos olhos, mortes ocorrem como conseqüência de acidentes, isso não impede que rapidamente exerçamos julgamento; não impede que tentemos nos colocar no lugar de Deus. E Jesus pergunta: “Acham que eram mais culpados do que todos os demais habitantes da cidade”? O ensino é idêntico: Não se coloquem no lugar de Deus; não se concentrem em um possível juízo ou julgamento sobre as vítimas; cuidem de si mesmos! Constatem a sua culpa! Arrependam-se!

O surpreendente é que Jesus passa a ilustrar o seu ensino com uma parábola (Vs.6-9). Ele fala de uma figueira sem fruto. Aparentemente, a parábola não teria relação com as observações prévias, mas, na realidade, tem. Ela nos ensina que vivemos todos em “tempo emprestado” pela misericórdia divina.

• Figueiras existem para dar frutos – o homem vinha procurar frutos – essa era sua expectativa natural. Todos nós fomos criados para reconhecer a Deus e dar frutos. Esse é o nosso propósito original.

• Figueiras sem frutos “ocupam inutilmente a terra”. O corte é iminente, e justificado a qualquer momento.

• O escape: É feito um apelo para que se espere um pouco mais, na esperança de que, bem cuidada e adubada, a figueira venha a dar fruto e escape do corte.• Lições para o vizinho? Jesus não apresenta a figueira como um paralelo para comparação com outras pessoas – cujas existências foram ceifadas como vítimas de violência ou fatalidades. Ele quer que nos concentremos em nós mesmos, em nossas próprias vidas, pecados e na necessidade de arrependimento.

• Tempo emprestado: O que ele está ensinando e ilustrando, aqui, é que nós, você e eu, como os habitantes do Haiti, vivemos em tempo emprestado; vivemos pela misericórdia de Deus; vivemos com o propósito de frutificar, de agradar o nosso proprietário e criador.

Creio que a conclusão desse ensino, é que, conscientes da soberania de Deus e de que ele sabe o que deve ser feito, não devemos insistir em procurar grandes explicações para as tragédias e fatalidades. Jesus nos ensina que teremos aflições neste mundo (João 1.33) – essa é a norma de uma criação que geme na expectativa da redenção. 1 Pe 4.19 fala dos que sofrem segundo a vontade de Deus. Lemos que não devemos ousar penetrar nos propósitos insondáveis de Deus; não devemos “estranhar” até o “fogo ardente” (1 Pe 4.12).

Assim, as tragédias, desde as locais pessoais até as gigantescas, de características nacionais e internacionais, são lembretes da nossa fragilidade; de que a nossa vida é como vapor; de que devemos nos arrepender dos nossos pecados; de que devemos viver para dar frutos.

Também, não cometamos o erro de diminuir a pessoa de Deus, indicando que ele está ausente, isolado, impotente. Como tantas vezes já dissemos, “Deus continua no controle”. Lembremos-nos de Tiago 4.12: “um só é legislador e juiz – aquele que pode salvar e fazer perecer”. Não sigamos, portanto, nossas “intuições”, no nosso exame dos acontecimentos, mas a Palavra de Deus. Como nos instrui 1 Pe 4.11: “ se alguém falar, fale segundo os oráculos de Deus”.

Em paralelo, não podemos cometer o erro de ser insensíveis às tragédias – Pv 17.5 diz: “o que se alegra na calamidade, não ficará impune”; mesmo perplexos, sabendo que não somos juízes nem videntes. Devemos nos solidarizar com as vítimas, na medida do possível. Um dos nossos comentaristas, em outro post, falou em começarmos uma campanha para auxílio às vítimas do Haiti. Não temos estrutura para fazer isso, como Blog e como blogueiros. No entanto existem aqueles que, chamados para tal, estão estruturados. De nossa parte, estamos procurando motivar os funcionários e alunos da instituição na qual trabalhamos (um total de 47 mil pessoas) a auxiliar de duas maneiras:

1. Para auxiliar os atingidos pela inundação de São Luís do Paraitinga, a mais próxima a nós, trazendo à capelania universitária (Prédio 50, do Mackenzie) doações de não-perecíveis, roupas e produtos de higiene.

2. Para auxiliar as vítimas do terremoto no Haiti: Ajuda através da organização de raízes cristãs, Visão Mundial (CNPJ: 18.732.628/0001-47), por depósito nas contas – Bradesco (Ag.: 3206-9 / CC: 461666-9), ou Banco do Brasil (Ag.: 0007-8 / CC: 16423-2).

“Se alguém tiver recursos materiais e, vendo seu irmão em necessidade, não se compadecer dele, como pode permanecer nele o amor de Deus? Filhinhos, não amemos de palavra nem de boca, mas em ação e em verdade” ( 1 João 3.17-18).

Solano Portela

[1] Folha de S. Paulo 28/12/2004; Jornal do Commércio – Recife – 2/1/2005, de onde foram extraídas as citações desse trecho.

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Adaptado de estudos e sermões proferidos em 2005

Fonte: http://tempora-mores.blogspot.com/2010/01/chorando-pelo-haiti-e-por-nossas.html

Apostasia também no norte de Israel…

15/01/2010

…O profeta Daniel disse que o Anticristo maquinaria seus projetos em uma província fértil:

Virá também caladamente aos lugares mais férteis da província, e fará o que nunca fizeram seus pais, nem os pais de seus pais; repartirá entre eles a presa e os despojos, e os bens, e formará os seus projetos contra as fortalezas, mas por certo tempo. (Daniel 11 : 24)

No meio dessa descrição, o repórter faz questão de enfatizar isso quando diz que Haifa é a terceira maior cidade israelense: “Podem ser vistos de praticamente todos os pontos de Haifa, a terceira maior cidade israelense, localizada no norte do país”…

Fonte: Apocalipsetotal.wordpress.com/

Desespero de Mulher ao ver terremoto Haiti…

15/01/2010

Fonte: profetaweb.wordpress.com/

Mateus 24:7-8
“Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares. Mas todas estas coisas são o princípio de dores [de parto e de uma angústia intolerável].”

Lucas 21:11
“E haverá em vários lugares grandes terremotos, e fomes e pestilências (pragas: doenças epidêmicas malignas e contagiosas que são mortíferas e devastadoras); haverá também coisas espantosas, e grandes sinais do céu.”