Archive for the ‘Apologética,’ Category

Cama de Gato ? muito estranho !!!

01/04/2010

Vigiar e orar…..

Tema da nova novela da Globo – Cama de Gato

Pelo Avesso
Grupo Titãs

Vamos deixar que entrem
Que invadam o seu lar
Pedir que quebrem
Que acabem com seu bem-estar
Vamos pedir que quebrem
O que eu construi pra mim
Que joguem lixo
Que destruam o meu jardim
(essa parte já diz quase tudo. Opressão para os lares, etc…)

Eu quero o mesmo inferno
A mesma cela de prisão – a falta de futuro
Eu quero a mesma humilhação – a falta de futuro

Vamos deixar que entrem
Que invadam o meu quintal
Que sujem a casa
E rasguem as roupas no varal
Vamos pedir que quebrem
Sua sala de jantar
Que quebrem os móveis
E queimem tudo o que restar
(Sujar a casa, rasgar as roupas. Ou seja: impedir nossa vida de santificação. Nem precisa saber muito, nem interpretar muita coisa. Isso é dito quase todos os dias nas igrejas)

Eu quero o mesmo inferno
A mesma cela de prisão – a falta de futuro
Eu quero a mesma humilhação – a falta de futuro
(reparem que nessa parte é o proprio inimigo se referindo a eternidade sem Deus. O que foi imposto a ele, e quer o mesmo para nós)

Eu quero o mesmo inferno
A mesma cela de prisão – a falta de futuro
O mesmo desespero

Vamos deixar que entrem
Como uma interrogação
Até os inocentes
Aqui já não tem perdão
Vamos pedir que quebrem
Destruir qualquer certeza
Até o que é mesmo belo
Aqui já não tem beleza

Vamos deixar que entrem
E fiquem com o que vocêtem
Até o que é de todos
Já não é de ninguém
Pedir que quebrem
Mendigar pelas esquinas
Até o que é novo
Já esta em ruinas
Vamos deixar que entrem
Nada é como você pensa
Pedir que sentem
Aos que entraram sem licença
Pedir que quebrem
Que derrubem o meu muro
Atrás de tantas cercas
Quem é que pode estar seguro?
(Quebrar o muro… ou seja, dar brecha para o inimigo entrar nas nossas vidas. E quando diz: “Até o que é novo já está em ruinas.” Tudo se fez novo quando aceitamos a Jesus, e é essa nova vida que o inimigo quer destruir.)

Eu quero o mesmo inferno
A mesma cela de prisão – a falta de futuro
Eu quero a mesma humilhação – a falta de futuro

Eu quero o mesmo inferno
A mesma cela de prisão – a falta de futuro
O mesmo desespero
(E a ênfase que ele dá no final é justamente a eternidade sem Deus, que é seu principal objetivo para nós.)

Muito cuidado com o que você deixa entrar na sua casa!

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As Indulgências continuam…pupilos de João Tetzel…

19/03/2010

2 Pedro CAPÍTULO 2:1-3

1 E TAMBÉM houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição.
2 E muitos seguirão as suas dissoluções, pelos quais será blasfemado o caminho da verdade.
3 E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita.

Pastores voadores…

16/03/2010

REVISTA CRISTIANISMO HOJE
Carlos Fernandes

Dizem que um homem pode ser medido pela grandiosidade dos seus sonhos. Se é mesmo assim, um seleto grupo de ministros do Evangelho anda sonhando alto – literalmente. Desde o ano passado, diversos pastores brasileiros andam cruzando os céus em aviões próprios, um luxo antes somente reservado a altos executivos, atletas milionários e sheiks do petróleo. A justificativa para as aquisições, algumas na faixa das dezenas de milhões de dólares, é quase sempre a mesma: a necessidade de maior autonomia e disponibilidade para realizar a obra de Deus, o que, no caso dos grandes líderes, demanda constantes deslocamentos pelo país e exterior a fim de dar conta de pregações e participações em palestras e eventos de todo tipo. Eles realmente estão voando alto.

O empresário e bispo Edir Macedo, dirigente da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd) tem feito a ponte aérea Brasil – Estados Unidos a bordo de um confortável Global Express, avaliado no mercado aeronáutico por US$ 50 milhões (cerca de R$ 85 milhões). Para comparar, o preço é semelhante ao do Rafale, o caça-bombardeiro francês que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sonha comprar para as Forças Armadas brasileiras. Equipado com sala de estar, dois banheiros, minibar e lavabo, além de um confortável sofá, o jato permite deslocamentos dos mais confortáveis até os EUA, onde Macedo mantém residência, e tem autonomia suficiente para levá-lo à Europa ou à África. O Global, adquirido em setembro numa troca por um modelo mais antigo, veio juntar-se à frota da Alliance Jet, empresa integrada ao grupo Universal e que já possuía um Falcon 2000 e um Citation X, juntos avaliados em 40 milhões de dólares.

Edir Macedo justifica o uso de aviões particulares dizendo que precisa levar a Palavra de Deus pelas nações onde a igreja atua, que já são mais de 120, e também para evitar transtornos aos passageiros dos aviões comerciais, pois sua pessoa costuma atrair muita atenção da mídia. Pode haver também outros motivos. Foi em voos particulares que a Polícia Federal descobriu, em 2005, que deputados e empresários ligados à Iurd transportavam dinheiro em espécie, no episódio que ficou conhecido como o caso das malas. Os valores, explicou a igreja na época, teriam sido arrecadados nos cultos e eram transportados dessa maneira por questão de segurança e praticidade até São Paulo e Rio de Janeiro, onde a denominação tem sua administração.

Já o missionário R.R.Soares, mais discreto, não fez alarde da aquisição do turboélice King Air 350, em novembro, fato noticiado pela revista Veja. Avaliado em cerca de R$ 9 milhões, a aeronave transporta oito passageiros. Como tem uma agenda das mais apertadas, Soares viaja praticamente toda semana pelos mais de mil templos que sua Igreja Internacional da Graça de Deus tem no país, além de realizar cruzadas, gravar programas diários para a TV e atender a compromissos da gravadora Graça Music e da Graça Editorial, que também controla. Ele realmente tem pensado alto: a igreja mantém ainda uma parceria com a empresa de aviação Ocean Air, através da qual um percentual sobre cada passagem comprada por um membro da Graça reverte para a denominação.

“Conquista” – O que chama a atenção no aeroclube dos pastores são as justificativas espirituais para a compra das aeronaves. Renê Terra Nova, apóstolo do Ministério Internacional da Restauração em Manaus (AM) e um dos grandes divulgadores do movimento G12 no Brasil, conta que o seu Falcon é fruto de profecias de grandes homens de Deus como o pastor e conferencista americano Mike Murdock. Em abril de 2009, durante um evento em que ambos estavam, Murdock incentivou uma campanha de doações a fim de que Terra Nova pudesse realizar seu “sonho”. Após chamar Terra Nova à frente, ele mesmo anunciou que ofertaria R$ 10 mil reais, atitude logo seguida por dezenas de pessoas. O avião foi comprado em julho. Dizendo-se “constrangido” com a atitude, Terra Nova admitiu que aquele era seu desejo e que se submetia ao que considerava a vontade de Deus. “O Senhor é testemunha que este avião não é para vaidade, mas para estimular outros ministérios a que também tenham aviões e, juntos, possamos voar para as nações da terra, pregando o evangelho de Jesus. Assim está estabelecido”, diz o líder em seu site.

“Conquista” e “resultado da fé” também foram as expressões usadas pelo pastor Samuel Câmara, da Assembleia de Deus de São José dos Campos (SP), para comemorar a compra de seu King Air C90, de quatro lugares. O religioso, que durante anos liderou a Assembleia de Deus em Belém (PA) – onde montou a Rede Boas Novas, conglomerado de rádio e TV que cobre vinte estados brasileiros –, se diz muito grato a Deus pela bênção, avaliada em R$ 8,5 milhões. Ele espera juntar-se a outros líderes para montar “uma esquadrilha de aviões para tocar o mundo todo”.

Mas a aquisição aérea que mais chamou a atenção, dentro e fora do meio evangélico, foi concretizada pelo famoso pastor e apresentador de TV Silas Malafaia, da Assembleia de Deus da Penha, no Rio. Possuir uma aeronave própria era um objetivo anunciado pelo líder já há algum tempo, inclusive em seu programa Vitória em Cristo, um dos campeões de audiência na telinha evangélica. Além dos insistentes pedidos por ofertas para manter-se no ar, Malafaia constantemente tocava no assunto avião em suas falas. O empurrão que faltava foi dado pelo pastor americano Morris Cerullo, outro profeta da prosperidade proprietário de um luxuoso Gulstream G4. Num dos programas, levado ao ar em agosto, Cerullo admoestou os telespectadores a desafiar a crise global e participar de uma campanha de doações ao colega brasileiro – um chamado “desafio profético”, no valor de 900 reais, estipulado graças a uma curiosa aritmética que associava a cifra ao ano de 2009.

Aparentemente surpreso, Silas Malafaia assentiu com o pedido. Não se sabe quanto foi arrecadado a partir dali, mas o fato é que em dezembro o pastor anunciou que o negócio foi fechado por cerca de US$ 12 milhões, cerca de 19 milhões de reais. Trata-se de um jato executivo modelo Cessna com pouco uso. Um “negócio espetacular”, na descrição do próprio. Bastante combatido pela maneira ostensiva com que pede ofertas para seu ministério, o pastor Malafaia, que dirige também a Editora Central Gospel, recorre à consagrada oratória para se defender: “Quem critica não faz nada. Você conhece alguma coisa que algum crítico construiu? Crítico é um recalcado com o sucesso da obra alheia.”

FONTE : http://www.genizahvirtual.com/2010/03/pastores-voadores.html

Existe crente carnal ?

05/03/2010

Crente Carnal?

O conceito do crente carnal envolve o entendimento de que na igreja existiriam muitos que permanecem em um estágio inferior e primitivo de espiritualidade mantendo um comportamento virtualmente similar ao do incrédulo.

Essa idéia é perigosa, por que refletimos com ela a tendência renitente (mas não bíblica) de categorizarmos as pessoas em três classes [1] , quanto ao status espiritual dessas perante o soberano criador.

No conceito do “crente carnal”, essa divisão tríplice seria:
(1) os incrédulos, (2) os crentes carnais e (3) os crentes espirituais.

O incrédulo, dispensa descrição. O crente espiritual seria uma superior categoria de crentes, dissociada do crente carnal – a categoria inferior. Crente espiritual não representaria, meramente, uma descrição dos salvos por Cristo, uma vez que os “carnais” também o seriam, mas identificaria aqueles que deram o segundo passo de aceitação, em direção a Deus. Já haviam aceito a Cristo como Salvador, mas, em um segundo passo e em uma segunda experiência, o aceitam como Senhor.

Essa idéia do “Crente Carnal” procede de uma compreensão superficial das palavras do apóstolo Paulo, em 1 Cor 3.1-4, e foi popularizada nas notas de rodapé da famosa Bíblia de Scofield. Infelizmente, essa “doutrina” encontrou abrigo em nosso meio, o que nos impele a esse esclarecimento maior.

Como imperfeitos e pecadores que somos, até a nossa glorificação, cada um de nós exibe um grau maior ou menor de carnalidade em nossas atitudes. Existe, portanto a possibilidade, nos crentes, de manifestações de comportamento semelhantes ao do incrédulo – isso écarnalidade no sentido ético/moral, utilizado por Paulo. Ela deve ser exposta, reprovada e a convicção de sua presença deve nos levar aos pés de Cristo em arrependimento sincero e genuíno.

Paulo não chega, entretanto, a transmitir a idéia da existência de uma terceira categoria de pessoas nas quais faltaria um passo adicional à salvação. No contexto da primeira carta aos coríntios, ele deixa claro, no cap. 1, que está escrevendo àqueles que foram santificados em Cristo Jesus. No cap. 2, ele descreve os seus leitores como “recebedores da graça de Deus, enriquecidos em toda palavra e em todo o entendimento” e traça aquela única distinção que é verdadeiramente bíblica: o ser humano natural e o ser humano espiritual – caracterizando o que se encontra ainda morto em delitos e pecados, e aquele que foi alcançado pela graça salvadora de Jesus Cristo.

Esse último, como espiritual que é (isto é: gerado pelo Espírito Santo), tem a possibilidade de discernir o ensinamento do Espírito e de manter sintonia com o Deus Supremo. Por essa razão, o comportamento específico tratado nos versos iniciais do capítulo 3 – partidarismo e espírito de divisão e dissensão (uns de Paulo, outros de Apolo), era incompatível com a fé professada. Paulo vê-se, portanto, forçado a dirigir-se a eles como descrentes procurando-os sacudi-los à racionalidade cristã. Como espirituais, tinham que apresentar crescimento. Não podiam permanecer como crianças e exibir carnalidade.

O ensinamento do “crente carnal” tem o resultado prático de confortar indevidamente aqueles que, mesmo fazendo parte da igreja local, levam uma vida desregrada, fora dos padrões das Escrituras, mas se auto-analisam como pertencentes a essa categoria. Essas pessoas, na realidade, deveriam estar examinando a genuinidade da salvação que professam. Aos que desejarem um tratamento mais aprofundado da questão, recomendamos Existe Mesmo o Crente Carnal? escrito por Ernest Reisinger (SP: Fiel, 1988) e o artigo do Rev. Augustus Nicodemus, “Paulo e os Espirituais de Corinto”, em Fides Reformata 3/1, ponto II.B.3.

[1] Outras classificações tríplices errôneas, ao longo da história da igreja, que geram uma hierarquia de crentes, podem ser identificadas. (a) Entre os proto-gnósticos e gnósticos: os crentes eram divididos entre os que possuíam conhecimento espiritual apenas rudimentar e aqueles que possuíam o verdadeiro conhecimento (gnosis), velado aos demais. Teríamos então: (1) os incrédulos, (2) os crentes rudimentares e (3) os crentes iluminados. (b) No terceiro século temos os alegoristas dividindo os crentes entre aqueles que entendiam o sentido mais espiritual e profundo das passagens e aqueles que não conseguiam penetrar além do significado literal do texto. Orígenes, ensinava essa divisão: (1) Os incrédulos e os de mente simples, capazes de entender o sentido comum, histórico da Palavra de Deus, (2) os crentes capazes de entender o sentido espiritual-que se constituía na essência das Escrituras e (3) os agraciados, capazes de entender o sentido perfeito-que representava um sentido espiritual mais profundo da Palavra de Deus, possível de ser expresso somente por meio de alegorias, compreensível somente a essa casta de cristãos. (c) Os Quakers, no século 17, dividiam as pessoas, nesse sentido, em: (q) Incrédulos, (2) os crentes sem a “luz interior” do E. Santo e (3) os crentes com a “luz interior” do E. Santo, que os fazia vibrar, tremer (“quake”). (d) No pentecostalismo, temos: (1) os incrédulos; (2) os batizados com o E.S., ou “recebedores da segunda bênção” e (3) os não-batizados com o E.S., ou “ainda-carentes-de-uma-segunda-bênção” – deixando a expectativa de que sem esta experiência algo estaria a faltar na vida do cristão. Com a “segunda bênção” se atingiria um patamar superior, elevar-se-ia acima do nível do crente comum. Ainda no pentecostalismo, essa hierarquia pode tomar a seguinte forma: (1) os incrédulos; (2) os crentes, mas com fé insuficiente a serem curados fisicamente e (3) os crentes com fé suficiente a receberem a “cura divina”.

Examinando e Expondo a Palavra de Deus aos Nossos Dias:

Isaías 1:18-20 “Vinde, pois, e arrazoemos, diz o SENHOR; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã. Se quiserdes e me ouvirdes, comereis o melhor desta terra. Mas, se recusardes e fordes rebeldes, sereis devorados à espada; porque a boca do SENHOR o disse.”

Atos 17:2-3 “Paulo, segundo o seu costume, foi procurá-los e, por três sábados, arrazoou com eles acerca das Escrituras, expondo e demonstrando ter sido necessário que o Cristo padecesse e ressurgisse dentre os mortos; e este, dizia ele, é o Cristo, Jesus, que eu vos anuncio.”

Permissão é livremente concedida a todos que quiserem fazer uso dos estudos, artigos, palestras e sermões colocados neste site. Pedimos, tão somente, que indiquem a fonte e não modifiquem o seu conteúdo. Apreciaríamos, igualmente, a gentileza de um e-mail indicando qual o texto que está utilizando e com que finalidade (estudo pessoal, na igreja, postagem em outro site, impressão, etc.).

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Fonte: http://www.solanoportela.net/artigos/crente_carnal.htm

A Velha e Nova Cruz…

05/03/2010

A Velha e Nova Cruz

por

A. W. Tozer

Sem fazer-se anunciar e quase despercebida uma nova cruz introduziu-se nos círculos evangélicos dos tempos modernos. Ela se parece com a velha cruz, mas é diferente; as semelhanças são superficiais; as diferenças, fundamentais.

Uma nova filosofia brotou desta nova cruz com respeito à vida cristã, e desta nova filosofia surgiu uma nova técnica evangélica – um novo tipo de reunião e uma nova espécie de pregação. Este novo evangelismo emprega a mesma linguagem que o velho, mas o seu conteúdo não é o mesmo e sua ênfase difere da anterior.

A velha cruz não fazia aliança com o mundo. Para a carne orgulhosa de Adão ela significava o fim da jornada, executando a sentença imposta pela lei do Sinai. A nova cruz não se opõe à raça humana; pelo contrário, é sua amiga íntima e, se compreendermos bem, considera-a uma fonte de divertimento e gozo inocente. Ela deixa Adão viver sem qualquer interferência. Sua motivação na vida não se modifica; ela continua vivendo para seu próprio prazer, só que agora se deleita em entoar coros e a assistir filmes religiosos em lugar de cantar canções obcenas e tomar bebidas fortes. A ênfase continua sendo o prazer, embora a diversão se situe agora num plano moral mais elevado, caso não o seja intelectualmente.

A nova cruz encoraja uma abordagem evangelística nova e por completo diferente. O evangelista não exige a renúncia da velha vida antes que a nova possa ser recebida. Ele não prega contrastes mas semelhanças. Busca a chave para o interesse do público, mostranto que o cristianismo não faz exigências desagradáveis; mas, pelo contário, oferece a mesma coisa que o mundo, somente num plano superior. O que quer que o mundo pecador esteja idolizando no momento é mostrado como sendo exatamente aquilo que o evangelho oferece, sendo que o produto religioso é melhor.

A nova cruz não mata o pecador, mas dá-lhe nova direção. Ela o faz engrenar em um modo de vida mais limpo e agradável, resguardando o seu respeito próprio. Para o arrogante ela diz: “Venha e mostre-se arrogante a favor de Cristo”; e declara ao egoísta: “Venha e vanglorie-se no Senhor”. Para o que busca emoções, chama: “Venha e goze da emoção da fraternidade cristã”. A mensagem de Cristo é manipulada na direção da moda corrente a fim de torná-la aceitável ao público.

A filosofia por trás disso pode ser sincera, mas na sua sinceridade não impede qe seja falsa. É falsa por ser cega, interpretando erradamente todo o significado da cruz.

A velha cruz é um símbolo da morte. Ela representa o fim repentino e violento de um ser humano. O homem, na época romana, que tomou a sua cruz e seguiu pela estrada já se despedira de seus amigos. Ele não mais voltaria. estava indo para seu fim. A cruz não fazia acordos, não modificava nem poupava nada; ela acabava completamente com o homem, de uma vez por todas. Não tentava manter bons termos com sua vítima. Golpeava-a cruel e duramente e quando terminava seu trabalho o homem já não existia.

A raça de Adão está sob sentença de morte. Não existe comutação de pena nem fuga. Deus não pode aprovar qualquer dos frutos do pecado, por mais inocentes ou belos que pareçam aos olhos humanos. Deus resgata o indivíduo, liquidando-o e depois ressucitando-o em novidade de vida.

O evangelismo que traça paralelos amigáveis entre os caminhos de Deus e os do homem é falso em relação à bíblia e cruel para a alma de seus ouvintes. A fé manifestada por Cristo não tem paralelo humano, ela divide o mundo. Ao nos aproximarmos de Cristo não elevamos nossa vida a um plano mais alto; mas a deixamos na cruz. A semente de trigo deve cair no solo e morrer.

Nós, os que pregamos o evangelho, não devemos julgar-nos agentes ou relações públicas enviados para estabelecer boa vontade entre Cristo e o mundo. Não devemos imaginar que fomos comissionados para tornar Cristo aceitável aos homens de negócio, à imprensa, ao mundo dos esportes ou à educação moderna. Não somos diplomatas mas profetas, e nossa mensagem não é um acordo mas um ultimato.

Deus oferece vida, embora não se trate de um aperfeiçoamento da velha vida. A vida por Ele oferecida é um resultado da morte. Ela permanece sempre do outro lado da cruz. Quem quiser possuí-la deve passar pelo castigo. É preciso que repudie a si mesmo e concorde com a justa sentença de Deus contra ele.

O que isto significa para o indivíduo, o homem condenado quer encontrar vida em Cristo Jesus? Como esta teologia pode ser traduzida em termos de vida? É muito simples, ele deve arrepender-se e crer. Deve esquecer-se de seus pecados e depois esquecer-se de si mesmo. Ele não deve encobrir nada, defender nada, nem perdoar nada. Não deve procurar fazer acordos com Deus, mas inclinar a cabeça diante do golpe do desagrado severo de Deus e reconhecer que merece a morte.

Feito isto, ele deve contemplar com sincera confiança o salvador ressurreto e receber dEle vida, novo nascimento, purificação e poder. A cruz que terminou a vida terrena de Jesus põe agora um fim no pecador; e o poder que levantou Cristo dentre os mortos agora o levanta para uma nova vida com Cristo.

Para quem quer que deseje fazer objeções a este conceito ou considerá-lo apenas como um aspecto estreito e particular da verdade, quero afirmar que Deus colocou o seu selo de aprovação sobre esta mensagem desde os dias de Paulo até hoje. Quer declarado ou não nessas exatas palavras, este foi o conteúdo de toda pregação que trouxe vida e poder ao mundo através dos séculos. Os místicos, os reformadores, os revivalistas, colocaram aí a sua ênfase, e sinais, prodígios e poderosas operações do Espírito Santo deram testemunho da operação divina.

Ousaremos nós, os herdeiros de tal legado de poder, manipular a verdade? Ousaremos nós com nossos lápis grossos apagar as linhas do desenho ou alterar o padrão que nos foi mostrado no Monte? Que Deus não permita! Vamos pregar a velha cruz e conhecermos o velho poder.

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Fonte: O Melhor de A. W. Tozer, Editora Mundo Cristão, pg 151 a 153.

Fonte : Monergismo.com

Pregadores civilizados…

04/03/2010

Acorde igreja !!!

04/03/2010

Sai desse CORPO e entra no PORCO!

22/02/2010

Os caça-fantasma gospel são uma galera da pesada. Tenho medo deles. Sério! A criatividade dessa gente é “absoluta”. Não bastasse os espetáculos da Igreja Universal do Reino de Deus, que promove suas sessões de descarrego onde são exorcisados os demônios da doença, do desemprego, da miséria (menos o da avareza… lógico!), agora tem gente fazendo o desencapetamento suíno!

O golpe é o seguinte: O cara (de cedro!) leva um porco no caixote para dentro da igreja e lá ordena a todos os Exus, Marias padilhas e Zés pilintras que saiam do corpo da vítima e entrem no PORCO! E o maluco profeteiro ainda dá a base bíblica, dizendo que a prática é endossada pelo evangelho de Marcos (Mc 5.11-12). Assista a este espetáculo suíno, que é de arrancar o sabiá do tôco:

Clique aqui e veja o vídeo

É, meu amigo. Os tempos são difíceis! Muito fácil usar o coitado do porco como amuleto, mas o fato é que a passagem do evangelho de Marcos representa um acontecimento isolado… É um evento único nas Escrituras. Jesus livrou muitas pessoas de espiritos opressores, e nunca precisou de um porco para fazê-lo. Mesmo em Marcos 5.11-12, fica claro que quem desejou entrar nos porcos foram os demônios.

O maluco-beleza ainda se apresenta como a maior autoridade em exorcismos! Haja paciência! Pela cara e trejeitos, essa figura deve ser dissidente da IURD.

Tenho pena do povo, que vai com fé a este circo de horrores, em busca de conforto para sua alma aflita. Aliás, é por isso que eu não paro de denunciar esses sacripantas, mercenarios da fé… exploradores, macumbeiros-gospel, discípulos modernos de Geazi, amantes do vil metal! Homens reprovados, vasos de ira reservados para a perdição eterna!

Que Deus tenha misericórdia dessa gente.

Fonte: http://www.pulpitocristao.com
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Fonte2 :
http://www.cacp.org.br/estudos/artigo.aspx?lng=PT-BR&article=2277&menu=7&submenu=4

Série a chegada…1/34

18/02/2010

A Chegada – parte 1

Fonte : http://spirittvonline.blogspot.com/

Glorificando a Deus no fogo…

08/02/2010

Glorificando a Deus no Fogo

por

George Whitefield

“Amados, não estranheis o fogo ardente que surge no meio de vós, destinado a provar-vos, como se alguma cousa extraordinária vos estivesse acontecendo”. (1 Pedro 4.12)

O fogo, meus irmãos, não apenas queima e purifica, mas, como você sabe, separa uma substância da outra, sendo utilizado na química e na mecânica. O que poderíamos fazer sem o fogo? Ele refina o metal, a fim de purificá-lo. O Deus todo-poderoso sabe: freqüentemente somos mais purificados, em determinado momento, por intermédio de uma saudável provação do que por meio milhares de demonstrações de seu amor. É algo excelente sair purificado e perdoado da fornalha de aflição; seu propósito é nos purificar, a fim de separar o precioso do vil, o joio do trigo. E Deus, para realizar isso, se agrada em colocarnos em um fogo após o outro. Isto me faz apreciar a ocasião em que vejo um bom homem passando por aflições, porque ensina algo sobre a maneira como Deus age no coração.

Lembro que, há alguns anos, quando preguei em Shields, próximo a Newcastle, no norte da Inglaterra, entrei em uma fábrica de vidro. Permanecendo muito atento, pude contemplar várias peças de vidro quente com diversas formas. O operário pegou uma das peças de vidro e a colocou em uma fornalha; depois, em outra; e, posteriormente, em uma terceira. Quando perguntei-lhe: “Por que você está colocando esse vidro em tantas fornalhas?”, ele me respondeu: “Colocá-los apenas na primeira ou na segunda não é suficiente; por esta razão, eu o coloquei na terceira: isso torna o vidro transparente”.

Ao afastar-me do operário, ocorreu-me que aquele acontecimento daria um bom sermão: “Ora, esse homem colocou o vidro em uma fornalha após a outra, a fim de que pudéssemos ver através dele. Oh! Que Deus me coloque em uma fornalha após outra, para que minha alma seja transparente, e eu O veja como Ele é”.

Meus irmãos, precisamos ser purificados; a nossa tendência é de querer ir ao céu em uma cama macia; mas o caminho do Rei para muitos consiste em um leito de dores e abatimento. Conforme sabemos, há várias estradas em Londres chamadas “caminhos do Rei”, e foram excelentemente construídas com pedras. Mas o caminho do Rei para o céu está repleto de cruzes e aflições.

Todos nos inclinamos a pensar bem a respeito de ser um cristão. É muito agradável falar sobre o cristianismo, até que sejamos colocados em uma fornalha após outra. “Não estranheis”, disse o apóstolo, “o fogo ardente que surge no meio de vós, destinado a provar-vos”. O que preciso fazer? Ora, se estou no fogo, é por causa das minhas corrupções. Deus não fará que passemos pelo fogo, se não houver algo a ser purificado. A grande virtude é aprender a glorificar a Deus no meio do fogo. Portanto, glorificai a Deus no fogo.

Quando glorificamos a Deus no fogo? Quando nos esforçamos para conseguir tal graça da parte do Senhor, a fim de que não O desonremos ao passar pelo sofrimento; portanto, glorificamos a Deus no fogo em ocasiões que suportamos, com quietude, a aflição como uma disciplina.

Glorificamos a Deus no fogo quando sofremos com paciência. É algo terrível alguém dizer, assim
como Caim: “É tamanho o meu castigo, que já não posso suportá-lo”. Mas a linguagem de uma alma que glorifica a Deus no fogo é esta: “Senhor, Senhor, posso eu, um homem pecador, reclamar por causa do castigo de meus pecados?” É glorioso ser capaz de afirmar, assim como aquele homem a respeito de quem, diversas vezes, um de seus amigos me falou que, encontrando-se dilacerado pela dor, gemia durante toda a noite por causa de sua enfermidade, mas clamava: “Senhor, estou gemendo; Senhor, estou gemendo; mas, Senhor Jesus, apelo a Ti, pois sabes que não estou resmungando”. Glorificamos a Deus no fogo, quando, apesar de sentirmos dor e tristeza, ao mesmo tempo dizemos: “Senhor, eu mereço isso e dez vezes mais do que isso”.

Também glorificamos a Deus no fogo quando, de fato, estamos completamente persuadidos de que Ele não há de colocar-nos no fogo, exceto quando isso coopere para nosso bem e redunde em sua glória.

Glorificamos a Deus no fogo quando dizemos: “Senhor, não permita que o fogo se apague até que remova todas as minhas escórias”. Então, nós O glorificamos quando almejamos que o fogo nos seja benéfico e não se apague, e nossa alma pode clamar: “Eis-me aqui, Senhor Deus, faze comigo o que te parecer agradável; sei que não terei uma aflição sem que Tu me concedas o consolo e me faças saber porque contendes comigo”.

Glorificamos a Deus no fogo quando demonstramos contentamento para dizer: “Não sei o que Ele está fazendo comigo agora; todavia, depois o saberei”. Explicamos para nossos filhos de dois anos de idadeporque as coisas acontecem; é claro que não. E pensamos que Deus as explicará para nós? Os discípulos perguntaram: “O que este homem está fazendo?” Cristo respondeu: “Que tenho eu contigo? Segue-me”. Glorificamos a Deus no fogo quando nos contentamos em andar pela fé e não pelo que vemos.

Glorificamos a Deus no fogo quando não murmuramos em desagrado, mas submetemo-nos humildemente à vontade dEle. Uma pessoa humilde não anda em rebeldia e mau humor. Mas, existem pessoas de coração tão endurecido que nem chegam a se expressar. Quando aquela terrível notícia foi trazida a Eli, o que disse ele? “É o SENHOR; faça o que bem lhe aprouver?; que meus filhos sejam mortos; o que aconteceré Ele quem o está fazendo; apenas, Senhor, salve minha alma.

Glorificamos a Deus no fogo, quando no meio deste podemos entoar sublimes louvores a Ele. Os filhos de Israel glorificaram o Senhor; o cântico dos três rapazes na fornalha ardente é um louvor agradável! Assim também são todos os louvores produzidos em meio ao fogo. “Oh! Todas as obras do Senhor, louvai-o e exaltai-o para sempre!” Portanto, glorificamos a Deus no fogo quando nos regozijamos nele e não apenas pensamos mas também reconhecemos que isso é o melhor; quando somos capazes de agradecer a Deus por nos fustigar e quando podemos bendizê-Lo e expressar-Lhe nossa gratidão por não ter nos abandonado, afirmando: “Deixai-os sozinhos”. Istoé glorificar a Deus no fogo. “E não somente isto”, disse o apóstolo, “mas também nos gloriamos nas próprias tribulações, sabendo que a tribulação produz perseverança”. Neste mundo, glorificamos a Deus no fogo quando exercitamos humildade, paciência e resignação, aprendendo a desconfiar cada vez
mais de nós mesmos, obtendo um profundo conhecimento de nossa própria fraqueza e da onipotência e da graça de Deus. Somos felizes quando podemos olhar para trás e declarar: “Fui capacitado a glorificar a Deus no fogo”.

Bem-aventurados são os que já passaram pela fornalha de Cristo! Felizes, os que já experimentaram as aflições de Cristo em suas almas! Creio que muitas almas já disseram: “Ó Senhor Jesus, ajuda-nos a glorificar- Te em quaisquer aflições que, por Teu agrado, enviares e em quaisquer fornalhas que, por Teu deleite, nos colocares”. Então, cantaremos “A Igreja Triunfante” muito melhor do que o fazemos agora; veremos Jesus pronto a ajudar-nos quando estivermos na fornalha da aflição. Oh! Que este pensamento faça todo pecador afirmar: “Com a ajuda de Deus, eu me tornarei um verdadeiro cristão; com a ajuda de Deus, se tiver de passar pelo fogo, estarei ardendo de amor por Cristo. E direi: “Senhor, seja glorificado por arrebatar-me como um tição da fornalha de Satanás!”?. Seja este o clamor de todos os corações!

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